sábado, 14 de julho de 2018

Um filme que mistura bem um drama de guerra, ates e uma aventura um tanto original, mesmo que algumas coisas fujam da realidade... assistindo Nos Vemos no Paraíso



Hoje dia de curtir um filme francês, que não é um fato incomum, mas de certa forma traz uma experiência um tanto diferente, e aqui de uma forma bem interessante. O começo no filme é bem misterioso, não se sabe os motivos que o protagonista para a situação atual, muito menos o começo da história que ele conta traz algo. As primeiras cenas impressionam por serem um tanto violentamente fortes, cenas com muitas explosões e mortes, e servem para o drama principal do filme, que incialmente não aparenta ser o que é. Após a introdução, o filme encaixa suas principais características, uma série de ações que envolvem mentiras, enganações, amizade e drama, uma mistura bem aceitável para o que o filme se propõe, mesmo que em alguns momentos isso torne o filme um pouco falso. O drama na primeira metade do filme é mais intenso, principalmente pelas consequências que um dos protagonistas leva consigo, mas isso começa a mudar com o tempo, e o drama dá lugar a uma aventura incrivelmente original, que envolvem muitas pessoas, ideias bem cativantes e principalmente muita arte, uma forma de unir as pessoas, e mostrar muitos sentimentos, sem ser exageradamente intenso, apenas bonito e saudável. Essa aventura até empolga bem, principalmente porque os personagens têm que fazer de tudo um pouco para que as coisas funcionem, e mesmo que haja muito sentimento envolvido, fica bem claro o quanto as mentiras e enganações fazem parte da vida das pessoas, sejam para o bem ou para o mal. A parte final do filme se encaminhava muito bem para que todos ficassem felizes, mas mais uma vez o filme surpreende, mostrando desfechos bem interessantes, tanto para protagonistas quanto para coadjuvantes, e até mesmo a introdução um tanto sem sentido no todo, se fecha numa situação de emocionar, algo bem imprevisível, e que mostra que para alguns a felicidade está numa simples verdade. No geral, um filme que mistura muitas coisas dentro de um cenário um tanto espetacular, uma aventura com base na amizade e sentimentos, envolvendo arte e beleza, que não deixa de ter seu lado ruim de enganações e mentiras, mas que consegue mostrar que em certas verdades há a felicidade, mesmo que com muita dor.

Um filme cheio de ação e aventura, que se aproveita bem de ótimos efeitos especiais, e que também tem uma história bem fraca e simples... assistindo Arranha-Céu: Coragem Sem Limite



Hoje dia de assistir mais um filme de ação, mais um filme do Dwayne "The Rock" Johnson, e mais um blockbuster legalzinho, que tem muita ação, muita coisa inacreditável, e uma história quase sem sentido, mas se é para ser um filme de ação, acertou bem. A introdução do filme é simples, depois de uma tragédia, o protagonista aceita um emprego numa nova maravilha do mundo, que se mostra quase perfeita, e ficou bem no quase mesmo. Bandidos conseguem entrar com certa facilidade e tornam tudo catastrófico, e nisso com 15 minutos de filme, nada precisa ser bem explicado, precisa-se somente de ação. E depois disso começa a grade aventura do filme, resgatar a família do protagonista, desvendar mistérios que quase não tem porque existirem, e o resto é ação mesmo. O filme se vale bastante das cenas mirabolantes, o protagonista faz coisas quase impossíveis, no meio das chamas, destruição, e muita altura, esse recurso é muito utilizado para dar um drama a mais, tudo parece estar a centenas de metro de altura para parecer que o protagonista vai morrer a cada segundo. Outro recurso bem utilizado, são os efeitos especiais, que do começo ao fim dão uma beleza a mais ao filme, colocando a megalomania dos coadjuvantes de uma forma bem explícita. O ponto fraco do filme é a história, quase sem sentido e muito falha, não cria uma justificativa muito interessante, tudo parece ser muito facilmente evitável ou acontece de fácil para a continuidade do filme, nem mesmo as cenas que fogem do protagonista leva a boas situações, o filme deixa claro que o que vale são os momentos de ação contínua e desenfreada ligados a um cenário de resgate. No geral, um filme bom para quem procura uma ação desenfreada sem se preocupar com muita coisa, o protagonista é bem representado, tem ideias loucas e as executam com certo exagero, tornando tudo um tanto extremo demais, além da boa execução nos efeitos especiais quando necessário, e não se preocupe em lembrar do Duro de Matar, realmente parece bastante.

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quinta-feira, 12 de julho de 2018

Um filme cheio de sentimentos numa aventura que mostra que muitas coisas podem mudar, assim como muitas outras devem se manter as mesmas... assistindo Oh Lucy!



Hoje dia de assistir mais um filme japonês, e aqui algo um tanto mais puxado para a cultura do país, mostrando muitas situações diferentes, que mesmo parecendo uma aventura louca, mostra muito de como os japoneses são e sofrem com algumas coisas. O início do filme é bem impactante, mostrando uma cena forte, que não é incomum de ver se relacionado ao Japão, mas que parece um pouco superficial, e até mesmo durante muito tempo, parece não ter muita ligação com nada. Depois a protagonista é apresentada, de uma forma um tanto realista, mostra uma pessoa muito sozinha, que faz de tudo para se manter afastada, menos da família. Durante uma situação inusitada, o filme vira uma aventura basicamente sem noção, a protagonista resolve fazer coisas e encarar situações que parecia não viver normalmente, e o filme indica que vai ser só uma aventura atrás de um familiar, mas vai muito além disso. Muitos sentimentos afloram tanto na protagonista, como na sua vivência com os coadjuvantes, muitas situações mostram que a pessoa fechada tem muito a mostrar e fazer, o que gera muitas situações bizarras e incomuns, mas de uma forma um tanto realista e leve, dando uma ótima imersão a essa aventura, mesmo não tendo muitos personagens ou um roteiro muito surpreendente, a aventura agrada bastante. Se aproximando do fim do filme, o drama fica mais intenso, a aventura se mostra louca demais para todos, muitas revelações e acontecimentos são mostrados, muitas coisas não são o que parecem e muitas coisas devem ser o que são, simplesmente para revelar quem as pessoas realmente são. O fim é forte novamente, mostra que muito do que aconteceu foi um grande aprendizado, e que todo esse aprendizado tem consequências, que nem sempre são boas, além de associar vários momentos com fortes verdades, e que pode doer um pouco em quem ver o filme além da aventura. No geral, um filme que tem uma grande aventura louca de uma protagonista que nunca faria isso como foco, mas que em muitas cenas mostram muitas lições de vida, ensinando coisas que são muito difíceis de ver ou sentir, com algumas cenas fortes e um roteiro um tanto básico, vale pela recomendação da leveza da aventura e saber compreender o filme além disso.

domingo, 8 de julho de 2018

Um filme que começa bem, porém as ideias repetitivas e com inovações muito mal aproveitadas, acaba se valendo mais pelas piadas do que pela aventura... assistindo Os Incríveis 2



Hoje dia de assistir mais uma continuação de filme de super-heróis, e não é da Marvel, é da Disney, que hoje é a mesma empresa, mas com certeza no cinema ambas fazem coisas bem diferentes. O começo do filme vem diretamente do fim do primeiro, literalmente a cena onde o primeiro termina o segundo começa, algo surpreendente e muito bom, dando uma boa sensação que não vai ter nenhuma coisa que aconteceu entre um filme e outro. Logo que uma boa cena de ação em família termina, o filme encaixa o primeiro cenário a ser resolvido, e é o mesmo cenário do primeiro filme, e aqui começa um dos grandes problemas do filme, o roteiro é muito parecido, somente trocando personagens de lugar. Protagonistas, vilões e situações tem as mesmas justificativas, realmente bem decepcionante ver que somente as ideias foram recicladas, não há uma boa sensação de imersão na história, ainda mais sendo tudo muito óbvio, caso pense como foi o primeiro filme. Fora a linha principal, o filme implicita algumas ideias interessantes, mas incrivelmente mal aproveitadas. As ideias da força da mulher como heroína principal e a do homem não ser um bom pai de família são confusas, o próprio filme tenta desfazer essas ideias em alguns momentos, há uma certa confusão, e o próprio sentido da mulher ser melhor que o homem acaba sendo descontruído pela ideia de família, que se torna maior que ambas as ideias, e muita coisa que o filme tentou mostrar acaba sendo muito superficial e até sem sentido para o roteiro. O grande ponto positivo, fica pela grande criatividade das piadas que percorre boa parte do filme, mesmo que também não tenha muito ligação com a história, nem com outras ideias, é o que mais prendeu o filme, dando uma boa sensação de querer saber qual a próxima situação onde uma boa piada será encaixada. O fim do filme pouco surpreende, não há uma grande reviravolta inesperada, muito menos algo que o primeiro já não tenha mostrado, e com alguns pontos mais fracos, não há um vilão mais maligno ou uma ideia mais catastrófica. No geral, um filme pouco inovador, com muitas ideias recicladas do primeiro, e outras ideias novas muito mal aproveitadas, restando ver as piadas bem construídas e bem presentes em muitos momentos, o que gera boas sensações, mas não salva o filme de ser um tanto decepcionante.

sábado, 7 de julho de 2018

Uma continuação que amplifica muita coisa que o primeiro mostrou, porém não consegue se mostra num conjuto empolgante... assistindo Homem-Formiga e a Vespa



Hoje dia de curtir mais uma continuação de um super-herói da Marvel, que surpreendeu bastante no primeiro filme, mas aqui, apesar de pegar uma boa ligação com o predecessor, não consegue empolgar da mesma forma na aventura. O início do filme conta bem sobre o foco da aventura, um momento bem dramático para mostrar que há algo muito importante para ser feito, e o filme não economiza nem um pouco em mostrar que a situação precisa de uma solução e rápida. Logo depois todos os personagens do filme anterior são mostrados e como estão vivendo depois de quase todos os filmes da Marvel, dando uma boa sensação de continuidade. Então o filme liga todos ao drama principal e apresenta os vilões e aqui o filme já começa a dar a ideia da sua principal fraqueza: tornar o filme uma aventura realmente interessante. Muitas situações usam e abusam de efeitos especiais, tanto heróis como vilões sabem usar muito bem seus poderes para praticamente tudo, o que poderia ser bem agradável, mas aqui o tiro saiu pela culatra, muitos efeitos dão um tom extremamente falso para as situações, até mesmo para os personagens, há um exagero para mostrar cenas espetaculares sem muito sentido. A história também sofre um pouco, principalmente com o vilão principal, que mais parece fazer só umas pontas no filme para o filme não focar demais na tecnologia ou no drama principal. As partes cômicas se mantêm presente, e com situações bem sem noção o que gera uma série de risadas até bem elaboradas, mas nem sempre são bem encaixadas, por algumas vezes parece que está enchendo linguiça para nada. Depois de muitas idas e vindas, situações sem muito sentido e piadas que nem sempre são bem encaixadas na trama, o filme chega ao seu fim, que não foge em nada do esperado, nem mesmo há um desespero dos personagens, é o simples e esperado. No geral, um filme cheio de efeitos e uma trama que poderia ser muito melhor aproveitada, mas acaba se misturando com várias outras coisas que não ficam muito bem em conjunto, incluindo as piadas, dando uma sensação de que o filme quis mostrar demais e mostrou menos que seu predecessor.

sábado, 30 de junho de 2018

Um filme com dois atos bem distintos, partindo de um romance com traços de suspense para um conto fantasioso de terror... assistindo As Boas Maneiras



Hoje dia de curtir mais um filme nacional, dessa vez um filme curioso, um tanto misterioso e fantasioso, que deixou uma impressão bem estranha. O início do filme cai numa situação bem estranha, o relacionamento das protagonistas se inicia de forma muito casual e sem muito sentido, parece mais um filme romântico onde as coisas acontecem simplesmente por encanto. Até a metade do filme o filme desenrola pouco, há muito mistério sobre a história das personagens, ainda mais associada à uma atuação um pouco estranha. Ambas têm personalidades bem distintas sendo que uma delas parece bem nula o filme todo, falta muito uma personalidade mais definida, que agrade ou dê imersão. Com o passar do tempo o filme inclui um mistério sobrenatural bastante interessante, que não se sabe muito bem de onde veio. A segunda metade do filme revela parte dos mistérios, principalmente na linha principal do filme, mas muda o jeito do filme, mais calmo, tranquilo e misterioso para algo muito fantasioso e dramático, que não é muito bem produzido ou desenrolado. A protagonista que melhor atua sai de cena e entram muitas crianças e idosos, que tem uma atuação bem mais fraca e frágil, alguns personagens são mal destacados e desenrolados, o filme muda muito de sentido e se perde numa história até muito conhecida, mas mal representada, o que provoca até várias risadas durantes cenas mais sérias ou tocantes. O fim do filme evolui para resoluções previsíveis e bem conhecidas, não surpreende demais, há vários cantos para tentar dar um clima, mas com personagens um tanto frios, acabam mais parecendo uma cantoria fraca, e não empolga, deixando para as cenas, um pouco mais interessantes alguma emoção que possa restar. No geral, um filme com dois atos bem distintos, que mostra uma história misteriosa e enigmática, com protagonistas bem interessantes, mas que evolui para um segundo ato mais fraco em vários sentidos, numa situação muito fantasiosa e principalmente fraca de representação.

Um filme com uma história já bem conhecida de outros filmes em um cenário atual, com uma continuidade um pouco fraca, acaba sendo pouco imersivo ou interessante... assistindo Berenice Procura



Hoje dia de curtir um filme nacional, com um mistério legalzinho e clichê, mas com um ambiente bem atual e outros dramas secundários até interessantes, mas nada muito empolgante, bem produzido ou realmente original. A introdução do filme coloca a protagonista em evidência, como é a rotina dela e o principal fato que permeia o filme de encontro com sua rotina. Logo o filme busca voltar no tempo e justificar esse fato, metade do filme é o desenrolar da situação, um ato longo. Essa primeira metade do filme parece desfocar um pouco da protagonista, como o filme tem como cenário uma parte do mundo trans, o filme foca um tanto nisso, com muito destaque a um cenário específico, que até mesmo parece estar ali mais para chamar a atenção do que dizer algo em relação ao roteiro. Mesmo assim muita coisa fica bem apresentado, existem muitos dramas soltos, o cenário criado é para focar em todos esses dramas e revelar muitas coisas para os coadjuvantes, só a protagonista que parece ter uma história mais solta em relação ao mundo trans. Na segunda metade do filme, o roteiro tenta ligar todas as pontas, todos os dramas fazem alguma ligação com o fato principal do filme, mas aqui tudo é bem clichê, não existe um excesso de surpresas, e algumas ligações são feitas de forma frágil. O roteiro é conhecido, apesar do bom cenário e ser algo atual, é um pouco mal aproveitado numa história que parece ser muito conhecida no cinema. A atuação é boa para alguns personagens, outros parecem um pouco secundários e perdidos, tendo alguns sacrifícios, principalmente em mostrar o ambiente trans, parece que quase todos ali são mais artistas muito amadores do que algo que valorize no filme. A parte final parece um pouco apressada em solucionar o principal mistério do filme, a protagonista foge bastante do que foi mostrado e vive uma aventura bastante incomum, dando um ar um pouco falso para as situações que pareciam mais reais. Alguns personagens são melhor aproveitados e o ciclo se fecha em algo muito frágil, uma situação completamente simples acaba faz com que o filme acabe, sem um grand finale, mas sim com apenas uma revelação. No geral, um filme com um bom ambiente, alguns dramas bem interessantes e um roteiro que, apesar de bem conhecido, geralmente consegue prender mais o espectador do que aqui, que mostra algumas fragilidades principalmente na ligação dos fatos e seus desfechos que deixam tudo muito simples sem garantir alguma emoção.