sábado, 29 de julho de 2017

Um filme que tinha tudo pra ser um besteirol bobo e muito comum, mas que mostra histórias e continuidade empolgantes e engraçadas... assistindo Como se Tornar um Conquistador



Hoje dia de escrever sobre uma comédia, que poderia ser bem fraca e desinteressante, com uma história bem comum, mas que aqui se mostra, além de engraçada, um tanto surpreendente. O início do filme é bem exagerado e bobo, um pano de fundo bem irreal que coloca o protagonista em situações até bizarras para tentar mostrar como a vida pode dar uma guinada daquelas. Quando o filme entra na sua linha principal, parece que vai dar continuidade ao besteirol contínuo e quase irrestrito, o que realmente cria um certo desinteresse, não é um filme que empolga por isso. Mas estranhamente o filme consegue direcionar pra uma história bonita e emotiva, mas sem exageros, a comédia é o centro das situações, e mesmo com o excesso de besteirol, o roteiro evolui de maneira surpreendente, há uma imersão forte com os personagens, inclusive com coadjuvantes bobos e desnecessários, o filme vira uma grande família de pequenas histórias, que são bastante humanas e sensíveis, é bem comum se sentir torcendo pra que aconteça algo diferente, feliz, até mesmo empolgado com o besteirol que o filme mostra, nada é exageradamente forçado pra ser estúpido demais, nem se utiliza de palavrões ou pornografia, parece uma comédia pra família, pra rir de coisas simples e bobas da vida, e se empolgar com uma história que parece não ter pé nem cabeça, onde tudo parecia ser mais do mesmo, aqui se mostrou evolutivo em não transmitir essa sensação e sim mostrar que mesmo um besteirol sem noção pode empolgar, divertir e ser algo agradável de se ver. No geral, um filme que poderia ser muito fraco por não mostrar nada de interessante inicialmente e nem ter uma história e continuidade inovadores para esse tipo de filme, mas que incrivelmente não transmite esse sentimento, mostrando que até esse tipo de filme pode ter muita coisa que agrade.

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sábado, 22 de julho de 2017

Um filme muito fraco na sua história e continuidade, mostrando somente um show de pirotecnia quase sem sentido... assistindo Transformers: O Último Cavaleiro



Hoje dia de escrever sobre um filme de uma série que já poderia ter acabado faz um bom tempo, mas como blockbuster é blockbuster, o jeito é continuar fazendo pra ganhar dinheiro mesmo. A introdução do filme tenta introduzir uma história bem conhecida dentro do universo Transformer, o que gerou uma impressão bastante ruim, uma história não tem nada a ver com a outra, mas a ideia é bem forçada ao ponto de mostrar que a falta de sentido faz parte do todo. Depois o filme colta pra realidade, se isso é possível. O show de pirotecnia já aparece bem explícita logo de cara, junto com uma cena levemente dramática, introdução dos coadjuvantes e tudo mais, algo até bom, pra não se deixar viciar pelos mesmos personagens sempre. A continuidade se mostra péssima logo de cara, nada realmente encaixa bem, as ações não parecem fazer muita coerência, e tudo parece enrolar um pouco pra mostrar um pouco mais de história, que também não faz o menor sentido, enquanto a linha principal dá continuidade. Para as histórias se cruzarem muita coisa acontece quase que inacreditavelmente, todas as decisões são feitas muito repentinamente e, às vezes, sem o menor sentido, simplesmente pro filme acontecer, o pior é ver que isso resulta em algumas cenas de lutas ainda mais desnecessárias, só pra mostrar um show de efeitos especiais. A finalização da história até começa um pouco cedo, faltando cerca de 1 hora pro filme realmente terminar, o que até é bom pelo lado de que não ter que aguentar tanta coisa que parecia não levar a lugar nehum. Mistérios e reviravoltas, mais uma vez, são realizados sem muitas explicações até a luta final, que é bem confusa, o que mostra que tudo ali está pra mostrar somente os bons efeitos especiais. O fim em si é bem fraco, não há realmente um drama forte, tudo é feito na base de explosões e efeitos, uma ou outra coisa foge disso, mas que não encaixa em nada que realmente mereça atenção. No geral, um filme com uma história e continuidade muito catastrófica, não há o menor sentido em assistir esse filme nem pelo mundo Trasnformer, nem pela história em si, tudo é realmente muito mal feito, o que vale são os sempre ótimos efeitos especiais que mostram o show de pirotecnia que virou essa série.

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sábado, 15 de julho de 2017

Um filme muito bonito, bem feito e que traz boas referências ao primeiro filme, mesmo introduzindo muitas coisas novas... assistindo Carros 3



Hoje dia de escrever sobre animação, que resolvi ver no cinema dublado mesmo, uma prática bem incomum pra mim, mas como era uma animação que queria muito ver, hoje foi o dia. O início do filme parece dar continuação ao primeiro filme, quase nada lembra o segundo filme, o foco são as corridas, ao campeão das pistas ovais, e do relacionamentos entre praticamente os mesmos carros do primeiro, até a entrada do seu mais novo rival nas pistas, que coloca o protagonista em uma situação um pouco diferente, remetendo até mesmo ao início do Carros 1, um personagem um pouco mais descontrolado, e que aqui mostra uma consequência quase fatídica, nesse momento a animação se mostra muito mais adulta do que os anteriores. Depois disso o protagonista passa a viver sua aventura de se reerguer, mostrando uma série de novos personagens, todo um novo direcionamento, e é a partir desse ponto, que a animação volta as suas raízes, mostrando que Carros 3 é uma reformulação atualizada de Carros 1, mas com um protagonista mais adulto, com uma personalidade mais perceptiva e inteligente, sem deixar de lado a construção que teve nas animações anteriores. O sentimentalismo é interessante, muito personagem mesmo carismático tem seus sonhos e suas vontades bem escrachadas, que parece nem se encaixar demais numa animação infantil, mas dá uma excelente lição de vida do começo ao fim. O humor é muito presente e interessante, além da aventura em si ser muito bonita visualmente, tudo parece ter um tom muito nostálgico não só para o filme, quanto para os personagens, uma combinação que deixa o filme super gostoso de assistir. O ponto fraco é a continuidade, que parece não fazer muito sentido as vezes, algumas passagens de atos são um pouco bizarras principalmente em relação ao tempo, o que não prejudica em praticamente me nada o filme, mas é perceptível. No geral, um filme muito bem produzido, para finalizar uma trilogia remetendo as suas raízes sem deixar de trazer algo novo, emotivo e bonito, numa história que expande o universo do filme à outras situações e cenários para imergir bem o espectador na animação.

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sábado, 8 de julho de 2017

Um reboot que decepciona bastante por diversos fatores e que deixa o filme bem complicado para elogiar... assistindo Homem-Aranha: De Volta ao Lar



Hoje dia de curtir mais um filme do homem aranha, tudo para ser o reboot perfeito, para finalmente colocar o aracnídeo na linha, mas infelizmente não foi dessa vez, e acho que passou longe de ser. A introdução do filme situa onde o filme se passa, e como o vilão surge com suas ideias e até certos motivos, e que até pode causar certa empolgação, principalmente por dar continuidade dentro do universo Marvel. Logo depois o protagonista é apresentado, de uma forma um tanto bagunçada e frágil, algo que até poderia ser explicável durante o filme, mas no sentido de dar uma introdução ao personagem duas coisas falharam com certa intensidade: a continuidade e o amadorismo. Na continuidade, durante todo o filme é fácil perceber que não há uma certa inteligência, seja ela em relação as atividades que o filme apresenta, quanto ao sentimentalismo dos personagens, tudo parece muito frágil, onde o mundo não parece se importar em nada com o que está acontecendo, somente o Homem Aranha, em certos momentos até dá para entender, mas na grande maioria das cenas, tudo parece bizarramente estranho de ninguém ver e se interessar pelos acontecimentos. Além disso, algumas passagens do filme parecem ser muito esticadas, dando a impressão de estar enrolando para acontecer algo, que no fim acaba demorando ainda mais para acontecer. No amadorismo, é literalmente dizer que esse Homem Aranha é um completo amador, não sabe ser herói, não se interessa em ser minimamente esperto ou inteligente para tomar as decisões um pouco mais corretas, e toma atitudes adolescentes demais até mesmo no momento onde o filme se coloca, a quantidade gigantesca de ações pouco evolutivas do protagonista chega a irritar. O único ponto forte do filme é a parte da comédia, estereótipos são mostrados de forma cômica para não deixar todo mundo entediado, e alguns coadjuvantes fazem bem seus papéis nesse ponto, mesmo que não façam muito sentido para a história ou continuidade. No geral, um filme muito fraco para ser de um super-herói, uma produção que esquece de vários conceitos simples como uma história concreta e empolgante dentro de uma continuidade que não seja boba, restando dar risada das piadas que são até um tanto constante, resultando numa experiência praticamente sofrível.

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sábado, 1 de julho de 2017

Um filme muito bonito e emocionante, que traz personagens empolgantes e bem interessantes, mesmo numa continuidade um pouco perdida e sem noção... assistindo Uma Família de Dois



Hoje dia de escrever sobre um filme muito bonito, com uma lição de vida bem interessante, além de divertido e contagiante. O filme inicia numa cena bem incomum, mostrando uma lição de vida que parece até ser meio perdida em relação ao roteiro do filme, mas que na verdade percorre o filme inteiro, mas não de uma forma séria, e sim de uma forma divertida e emocionante. Depois o protagonista é apresentado, no maior estilo bon vivant, completamente enrolado, mas sem nenhuma profundidade, serve para dar uma certa identidade ao personagem e só. A história principal se mostra da mesma forma, até mesmo parece algo sem pé nem cabeça, mas serve para introduzir o protagonista em outro mundo, onde todo o filme se desenrola e aqui é onde o filme encanta. O filme inteiro mostra toda uma série de dificuldades, desde momentos de criação da filha, problemas pessoais, com o trabalho, amizades, realmente há uma série de situações que o filme mostra, mas ao invés de trata tudo com seriedade, o filme diverte, mostra soluções bem informais, tudo é tratado com delicadeza para fazer o espectador amar o filme, mesmo quando há dramas extremamente fortes. Todos os personagens parecem ser interpretados para que o filme seja um conto de fadas da vida real, um certo realismo misturado com dramas e situações que mostram que, até mesmo nas situações mais difíceis, há como levar a vida sorrindo e tentando fazer feliz. A parte final do filme fecha maioria das situações que o filme estrutura, de uma forma emotiva e contagiante, a boa identificação com os personagens e os problemas apresentados de forma bem imersiva, torna o final bem emocionante, além de mostrar bem claramente a mensagem do filme, que parece bem em segundo plano, mas que na verdade sempre esteve ali durante todo o filme. No geral, um filme encantador, mostrando situações muito bonitas no cenário que o filme se propõe a mostrar, mesmo sem muita profundidade e algumas situações sem sentido, é um filme amavelmente recomendado.

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sábado, 24 de junho de 2017

Um filme com atores famosos e praticamente sem identidade, que até tenta mostrar um assunto atual, mas muito mal desenvolvido... assistindo O Círculo



Hoje dia de escrever sobre um filme com gente famosa, assunto atual, algumas coisas bem interessantes para um filme atual, mas sempre há algo errado, e aqui pareceu que tinha muita coisa errada. A primeira parte do filme foca na vida da protagonista, uma pessoa pobre e com uma família sofrida e que consegue um emprego numa grande empresa, uma história que já se viu em muitos outros filmes, mas para essa fórmula fazer sentido, é sempre bom dar uma imersão forte à situação e aqui nada disso acontece, mostrando que esse fator não é importante, não se tem uma história forte nem para a família e nem para a grande empresa. Depois o filme segue mostrando como a protagonista se adapta ao Círculo, até poderia dizer que a protagonista entrou na linha principal do filme, mas aqui o filme mostra inicialmente sua maior falha. O filme não explicita qual é seu foco, tem muitas situações sem profundidade, que envolve uma série de pessoas e situações, e com o andar do filme outras situações são forçadamente introduzidas de uma forma muito superficial, há pelo menos 6 situações diferentes que se abrem e fecham muitas vezes sem o menor sentido, a continuidade não é interessante, não é imersiva, não é bem feita, o sentimento com o passar do tempo é que tudo acontece por causa exclusivamente da protagonista sem motivo nenhum, é simplesmente para ela e por ela em histórias que parecem não ter pé nem cabeça. Na parte da atuação, mesmo tendo nomes famosos, o filme foca demais na protagonista, mas desde o começo é facilmente sentido que o papel não é para a Emma Watson, até mesmo o sotaque levemente puxado para o inglês, chega a mostrar isso. No resto até que é bem interessante ver algumas coisas, mas todo mundo é um tanto coadjuvante demais. Efeitos especiais são mostrado com certa beleza, assim muita tecnologia envolvida, e até bem encaixadas com as situações. Os cenários parecem um pouco mais pobres, parecem tentar algo mais real, mas para um filme que tenta passar uma grandeza exagerada, nesse ponto parece que faltou verba para fazer tudo. No geral, um filme que parece apenas ter rostos famosos, numa história forçada e exagerada num tema atual, mas é muito mal contada e explicada, praticamente não há nenhuma identificação com os personagens e muito menos uma linha linear na história, muita coisa acontece por acontecer sem empolgar em quase nenhum momento.

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sábado, 17 de junho de 2017

Um filme fraco, que não consegue transmitir um drama, uma comédia ou algo familiar, tudo é um tão mal produzido que o filme é quase de morrer... assistindo Um Tio Quase Perfeito.



Hoje dia de ver mais uma comédia, dessa vez um filme brasileiro, que eu nem estava muito empolgado para ver, mas era o que tinha para o dia. O início do filme mostra um típico brasileiro trambiqueiro, muitas cenas mostrando todo tipo de trambique que serve como emprego para o protagonista, e para piorar tem total aceite da mãe, que não passa de uma companheira nas aventuras do protagonista. Depois de se enfiar numa situação, que o filme não deixa nada clara, a história entra no eixo principal, que é viver na casa da irmã, que também não é muito bem apresentada, mas como a história do filme pouco importa, o filme em si partiu para a aventura principal, como um tio trambiqueiro cuidará dos 3 sobrinhos. O início mostra tudo que há de errado com o personagem, e o conflito de convivência com as crianças, tudo é bem errado, focando bastante na personalidade das crianças e do protagonista, aqui o filme se mostra em mostrar um lado mais infantil, tendo as crianças como parte muito importante do todo. Alguns coadjuvantes são inseridos numa história secundária, que poderia ajudar bastante na história do protagonista, e nesse ponto é onde o filme mais se mostra que não tem a menor identidade, se é um filme de comédia, com algum drama ou infantil. A história secundária mostra que o protagonista precisa se redimir para consertar a própria vida, mas é muito mal aproveitada, tudo acontece de forma simples demais, mostrando que o filme poderia ser mais infantil, porém todos os conceitos que o filme mostra são um tanto adultos, como algo mais família, de personalidade e sentimentos, incluindo as crianças, que em vários momentos aparentam estar com personalidade muito adultas pra idade delas, realmente a produção inteira parece falhar em tudo. Então poderia falar bem da comédia, se o drama não é bom as piadas devem ser, mas infelizmente até aqui tudo desanda. Deu para rir de umas 3 piadas de modo bem forçado, mesmo as piadas repetitivas não surgem como efeito esperado, parecem piadas da vida real totalmente sem graça, esqueceram bastante de dar essa identidade ao filme, parecendo que a comédia era mais para criar o gelo das cenas do drama que o filme apresenta. No geral, um filme sem nenhuma identidade, não se sabe se é uma comédia familiar, uma aventura de um tio trambiqueiro, algo mais família ou mais infantil, uma produção pobre e com um roteiro bastante sem sentido, nem mesmo o público infantil deverá conseguir se identificar com algo, e se esse filme é de morrer? Quase... dessa vez chegou perto!

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