sábado, 24 de junho de 2017

Um filme com atores famosos e praticamente sem identidade, que até tenta mostrar um assunto atual, mas muito mal desenvolvido... assistindo O Círculo



Hoje dia de escrever sobre um filme com gente famosa, assunto atual, algumas coisas bem interessantes para um filme atual, mas sempre há algo errado, e aqui pareceu que tinha muita coisa errada. A primeira parte do filme foca na vida da protagonista, uma pessoa pobre e com uma família sofrida e que consegue um emprego numa grande empresa, uma história que já se viu em muitos outros filmes, mas para essa fórmula fazer sentido, é sempre bom dar uma imersão forte à situação e aqui nada disso acontece, mostrando que esse fator não é importante, não se tem uma história forte nem para a família e nem para a grande empresa. Depois o filme segue mostrando como a protagonista se adapta ao Círculo, até poderia dizer que a protagonista entrou na linha principal do filme, mas aqui o filme mostra inicialmente sua maior falha. O filme não explicita qual é seu foco, tem muitas situações sem profundidade, que envolve uma série de pessoas e situações, e com o andar do filme outras situações são forçadamente introduzidas de uma forma muito superficial, há pelo menos 6 situações diferentes que se abrem e fecham muitas vezes sem o menor sentido, a continuidade não é interessante, não é imersiva, não é bem feita, o sentimento com o passar do tempo é que tudo acontece por causa exclusivamente da protagonista sem motivo nenhum, é simplesmente para ela e por ela em histórias que parecem não ter pé nem cabeça. Na parte da atuação, mesmo tendo nomes famosos, o filme foca demais na protagonista, mas desde o começo é facilmente sentido que o papel não é para a Emma Watson, até mesmo o sotaque levemente puxado para o inglês, chega a mostrar isso. No resto até que é bem interessante ver algumas coisas, mas todo mundo é um tanto coadjuvante demais. Efeitos especiais são mostrado com certa beleza, assim muita tecnologia envolvida, e até bem encaixadas com as situações. Os cenários parecem um pouco mais pobres, parecem tentar algo mais real, mas para um filme que tenta passar uma grandeza exagerada, nesse ponto parece que faltou verba para fazer tudo. No geral, um filme que parece apenas ter rostos famosos, numa história forçada e exagerada num tema atual, mas é muito mal contada e explicada, praticamente não há nenhuma identificação com os personagens e muito menos uma linha linear na história, muita coisa acontece por acontecer sem empolgar em quase nenhum momento.

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sábado, 17 de junho de 2017

Um filme fraco, que não consegue transmitir um drama, uma comédia ou algo familiar, tudo é um tão mal produzido que o filme é quase de morrer... assistindo Um Tio Quase Perfeito.



Hoje dia de ver mais uma comédia, dessa vez um filme brasileiro, que eu nem estava muito empolgado para ver, mas era o que tinha para o dia. O início do filme mostra um típico brasileiro trambiqueiro, muitas cenas mostrando todo tipo de trambique que serve como emprego para o protagonista, e para piorar tem total aceite da mãe, que não passa de uma companheira nas aventuras do protagonista. Depois de se enfiar numa situação, que o filme não deixa nada clara, a história entra no eixo principal, que é viver na casa da irmã, que também não é muito bem apresentada, mas como a história do filme pouco importa, o filme em si partiu para a aventura principal, como um tio trambiqueiro cuidará dos 3 sobrinhos. O início mostra tudo que há de errado com o personagem, e o conflito de convivência com as crianças, tudo é bem errado, focando bastante na personalidade das crianças e do protagonista, aqui o filme se mostra em mostrar um lado mais infantil, tendo as crianças como parte muito importante do todo. Alguns coadjuvantes são inseridos numa história secundária, que poderia ajudar bastante na história do protagonista, e nesse ponto é onde o filme mais se mostra que não tem a menor identidade, se é um filme de comédia, com algum drama ou infantil. A história secundária mostra que o protagonista precisa se redimir para consertar a própria vida, mas é muito mal aproveitada, tudo acontece de forma simples demais, mostrando que o filme poderia ser mais infantil, porém todos os conceitos que o filme mostra são um tanto adultos, como algo mais família, de personalidade e sentimentos, incluindo as crianças, que em vários momentos aparentam estar com personalidade muito adultas pra idade delas, realmente a produção inteira parece falhar em tudo. Então poderia falar bem da comédia, se o drama não é bom as piadas devem ser, mas infelizmente até aqui tudo desanda. Deu para rir de umas 3 piadas de modo bem forçado, mesmo as piadas repetitivas não surgem como efeito esperado, parecem piadas da vida real totalmente sem graça, esqueceram bastante de dar essa identidade ao filme, parecendo que a comédia era mais para criar o gelo das cenas do drama que o filme apresenta. No geral, um filme sem nenhuma identidade, não se sabe se é uma comédia familiar, uma aventura de um tio trambiqueiro, algo mais família ou mais infantil, uma produção pobre e com um roteiro bastante sem sentido, nem mesmo o público infantil deverá conseguir se identificar com algo, e se esse filme é de morrer? Quase... dessa vez chegou perto!

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quinta-feira, 15 de junho de 2017

Um filme com um teor de comédia exagerado e pesado, e que não tem praticamente nada além disso... assistindo Baywatch - S.O.S. Malibu



Hoje dia de escrever sobre um filme que deveria ser uma referência à uma série clássica dos anos 80, mas aqui foi muito mais importante o besteirol de vergonha alhiea do que qualquer coisa, mas pelo menos algumas risadas foram bem dadas. O iniício do filmeé um tanto estranho e diferente, ver o Dwayne Johnson como Mitch Buchannon é realmente um tanto estranho, ainda mais que mais parece uma paródia inicialmente do que alguma representação, alguns fatos são bem fracos e sem noção, mostrando que o filme vai ser bem sem noção na história, mesmo que a série também não tivesse lá muito sentido em muitos capítulos, aqui a forçada de barra é um tanto exagerada. Outros personagens são apresentados diante de várias piadas, principalmente piadas adultas, não há nanhuma profundidade na maioria deles, o importante nesse, e em vários momentos é rir, algumas situações extremamente embaraçosas, de vergonha alheia, permeiam desde esse momento. Uma linha principal da aventura é mostrada, de uma forma bem simples e sem se preocuar demais com detalhes, os personagens são inseridos dentro dessa trama de forma forçada e até mesmo desnecessária, mas faz parte pra aventura do filme dar continuidade. Mesmo sem muita profundidade com os personagens, alguns tem dramas pessoais, e isso também é inserido no filme pra mostrar como eles vão se juntar pra resolver todas as situações, nada muito forte, e como sempre, com muitas piadas. A aventura começa a ter uma solução depois da parte mais dramática do filme (se é que isso é possível), o filme entra numa situação mais voltada a aventura e até mesmo perde parte da graça, não há muitas piadas nos 20 minutos finais do filme, resolvendo avetura até de modo muito bobo e simples, um final até um pouco digno da série, mas que explicita demais a fraqueza do filme em mostrar qualquer coisa boa além das piadas exageradas. No geral, um filme que foca bastante num besteirol forçado e exagerado, digno de dar umas boas risadas mesmo assim, mas que de resto é tudo um tanto sem sentido, fraco e até mesmo um pouco desnecessário, que pode até lembrar algumas coisas da série, porém não é algo pra elogiar demais.

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sábado, 10 de junho de 2017

Um filme que mostra uma aventura dentro de um novo universo, que até provoca uma certa curiosidade, mas que tem muitos pontos que poderiam ser melhores... assistindo A Múmia



Hoje dia de escrever sobre um filme que deveria ser a refilmagem de um filme bem divertido e interessante, mas aqui se mostra um filme completamente diferente e até mesmo surpreendente, ainda mais mostrando que a Universal resolveu iniciar de vez seu Dark Universe. O início do filme já conta o prelúdio necessário pra dar o entendimento da maldição do filme, nada muito exagerado e profundo, mas conta o necessário pra não ficar recontando muitas coisas durante a aventura, bom e bem feito. O filme então começa com o protagonista encarando sua aventura, algo até um pouco sem noção, se fosse um filme mais realista, com certeza não caberia sentido na história, mas como se trata de uma aventura fantasiosa, até que o filme se sai bem. Depois que a maldição acontece, o filme sai completamente de uma aventura simples, e aqui se sente facilmente do que se trata o Dark Universe, algo mais sombrio com leves toques de terror, por momentos parece que está se vendo um filme de Resident Evil, mas com uma múmia. A aventura acontece de forma interessante com apresentação de personagens inesperados, algumas reviravoltas, romance e ação, é muito fácil se sentir vedo um filme de super herói, mas aqui com monstros e vilões. Porém o filme ainda se mostra um pouco embrionário, algumas cenas e interpretações parecem muito forçadas, assim como a continuidade, que faz aparecer e sumir personagens muito repentinamente. Tudo isso mostra que esse novo universo tem um certo potencial, que começou de uma forma boa pra uma aventura, mas que tem ainda muito a melhorar, no mínimo mostrou-se de uma forma mais interessante do que a DC está fazendo. No geral, um filme que mostra uma aventura sombria, interessante e em partes surpreendente, mesmo assim o filme apresenta problemas um tanto básicos, mas que não estraga completamente a experiência, e deixa um gostinho de saber qual será o próximo filme desse universo.

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sábado, 3 de junho de 2017

Um filme que parece repetir muito do que a série já mostrou, sem muita inovação ou criatividade, restando aproveitar somente os ótimos efeitos especiais... assistindo Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar



Hoje dia de curtir mais um filme do Piratas do Caribe, uma série que nunca fui muito fã, mas que os primeiros capítulos até agradavam, mas parece que a falta de renovação ou algum diferencial deixou a série muito repetitiva e até certo ponto chata. A introdução do filme é um tanto complicada de colocar na série, novos personagens que tem ligação forte com antigos, mas que encaixa uma história bem conhecida, uma maldição, uma solução impossível de realizar e o sonho na base da perseverança, nada muito fora do que já foi mostrado e repetido nos outros filmes, o que muda são os personagens. Depois o filme se coloca no presente do filme, e mais do mesmo, Jack Sparrow atrapalhado, engraçado, irresponsável e tudo mais, o que até serve pra manter bem o que o personagem é, mas as piadas já não agradam todo e o jeito atrapalhado mais parece retirado dos Trapalhões, parece forçado um pouco demais. A continuidade do filme é a padrão dos outros filmes, situações absurdas, acontecimentos exagerados com um encontro improvável entre os protagonistas, e sem perder a rotina, já com um clima a parte, começando como praticamente inimigos, e com Jack Sparrow no meio. O grande vilão parece sair de uma história esquecida no tempo do filme, parece que as coisas surgem repentinamente como se ele fosse o maioral dos vilões, o que tira bastante uma ligação de continuidade com os outros filmes, aqui parece uma história a parte. O que continua agradando são os efeitos especiais, que são muito bonitos de se ver, mesmo não apelando demais pra coisas exageradamente fantasiosas, tudo parece ser mais suavizado sem perder a qualidade. As cenas de ação são bem menos frequentes, fazendo com que o filme pareça enrolar demais numa história que não empolga, nem mesmo parece ser um quebra-cabeça, e que não cria uma boa expectativa, um meio de filme um pouco cansativo, por assim dizer. Já o fim até tenta mostrar algo mais tenso, inclusive para os vilões, mas tudo é muito fantasioso, mágico e milagroso, dando um sentimento um pouco ruim que o filme está muito deslocado à fugir da realidade, até mesmo dos outros filmes. No geral, um filme onde parece que tudo já foi visto de alguma forma, somente mudando os personagens, tornando o filme um pouco enjoativo e sem nenhuma novidade, restando aproveitar as poucas piadas realmente engraçadas, e efeitos especiais, que continuam com muita qualidade.

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sexta-feira, 2 de junho de 2017

Um filme legal, que tem boas cenas de ação e efeitos especiais bem agradáveis, mas a continuidade e atuação comprometem um tanto o filme... assistindo Mulher-Maravilha.



Hoje dia de curtir um filme que até tinha certas expectativas, algo que a DC poderia fazer pra tentar alavancar seus filmes de super heróis, que em partes até deu certo, mas ainda passa bem longe de ser um filme realmente espetacular. A introdução do filme é interessante, mostrar um fato do presente (no universo dos filmes da DC) pra relembrar um fato do passado, colocando o filme no que poderia ser uma boa perspectiva, a não ser pelo fato que é completamente desnecessário mostrar dessa forma, depois de um tempo já é possível esquecer essa introdução. O filme de verdade conta as origens da heroína, algo bem agradável, com algumas cenas de ação, uma história interessante e até um tanto conhecida, e mostrada de uma forma a empolgar o espectador. Mas aqui mostra algo que incomodou bastante durante o filme, a protagonista é interpretada por uma atriz muito franzina, magrela e com perfil muito de modelo, enquanto as outras amazonas parecem muito mais guerreiras e fortes, por mais que a Mulher Maravilha tenha uma certa beleza, há também de demonstrar força e ser guerreira, e desde o início, por mais que a Gal Gadot se esforçasse, durante quase o filme inteiro não era fácil vê-la como heroína. O meio do filme se coloca num cenário um pouco burocrático e engraçado, sem sair demais da história, o que até é bom pra se ambientar com os personagens. Cenas de ação são colocadas nos momentos certos e muitos efeitos são utilizados pra promover as cenas de forma bem interessante, um ponto forte que o filme mostrou, mesmo tendo alguns errinhos. A atuação é um tanto fraca, fora a heroína, uma boa parte dos personagens parecem não pertencer muito à um filme de super herói, parecendo um pouco infantis ou distraídos, nem mesmo os atores parecem levar a sério a atuação em alguns momentos. O fim do filme é até um pouco interessante, algumas reviravoltas, muitas cenas de explosões e ação e romance, mas há um exagero praticamente sem noção no confronto final, heroína e vilão parecem lutar num ambiente praticamente mágico, mostrando algo que o filme não se aprofundou bem, parecendo que foi feito pra dizer que o filme também sabe fazer um show de pirotecnia alucinada. No geral, um filme de super-heroína bem interessante, que supera bastante os anteriores filmes da DC, com muitas cenas de ação, uma história bonitinha e muitos efeitos especiais, mas que falha demais em não ter uma continuidade mais polida e em interpretações que até me colocou em dúvida se a Gal Gadot é uma boa atriz pra ser a Mulher Maravilha.

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quarta-feira, 31 de maio de 2017

Um filme que finaliza a série Arise sem deixar de ter sua própria identidade, que reúne boas características dos outros filmes e séries... assistindo Ghost in the Shell: The New Movie.



Hoje dia de assistir o New Movie de Ghost in the Shell, algo que poderia refazer o original, mas que na verdade finalizou Arise, de uma forma a acreditar que Arise foi muito mais uma série introdutória a esse filme do que uma série distinta. O início do filme mostra uma parte inédita da história, que serve pra ligar mais intimamente alguns personagens e dar ligação pro filme de uma forma profunda, e até mesmo contínua, Arise mostra muito esse relacionamento, e aqui o filme parece ter se preocupado bastante em finalizar tudo isso de uma forma mais sentimental sem deixar as ligações de Arise muito soltas. Como todo capítulo de qualquer série e filme de Ghost in the Shell, há um mistério principal que preenche o filme do começo ao fim, sempre começando com algo mais simples que leva à um mistério bem complexo, envolvendo várias vertentes e personagens, algo que não falta aqui, há muitas passagens, explicações reviravoltas, mortes e investigações, de uma forma que chega a agradar bem, ainda mais por resolver muitos desses fatos em cenas de ação que chegam a impressionar bem, podendo se considerar como sendo as melhores cenas de ação de todos os filmes e séries. Uma boa característica do anime é a volta de um bom envolvimento filosófico e sentimental, o filme consegue contar uma história que chega a ser até bonita, envolvendo um drama que remete a cibernetização, o que alia fatores de Arise e do filme original, não chega a ser algo com maestria, mas é bem elaborado. Alguns personagens seguem com as personalidades de Arise, e outro parecem ter crescido bastante nesse filme, parecendo levar as coisas mais a sério, principalmente focado na ação envolvida em quase todo o filme, mas outros parecem que se perderam e ficaram um tanto secundários por uma boa parte do filme, provocando uma certa frustração. A qualidade dos traços parecem um pouco melhores aqui, por se tratar de um filme, deram uma bela caprichada pra agradar bem aos olhos. O fim do filme é cheio de boas explicações e algumas reviravoltas, que finaliza algumas dúvidas de Arise, e também brechas que o próprio filme cria, de uma forma bem interessante e agrada bem. No geral, um filme que complementa Arise de uma forma bem mais empolgante, com muitas cenas de ação muito bem elaboradas, mas que tem um pano de fundo muito bonito, filosófico e sentimental, tornando um dos meus capítulos preferidos de tudo o que Ghost in the Shell mostrou.

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