sábado, 29 de julho de 2017

Um filme que tinha tudo pra ser um besteirol bobo e muito comum, mas que mostra histórias e continuidade empolgantes e engraçadas... assistindo Como se Tornar um Conquistador



Hoje dia de escrever sobre uma comédia, que poderia ser bem fraca e desinteressante, com uma história bem comum, mas que aqui se mostra, além de engraçada, um tanto surpreendente. O início do filme é bem exagerado e bobo, um pano de fundo bem irreal que coloca o protagonista em situações até bizarras para tentar mostrar como a vida pode dar uma guinada daquelas. Quando o filme entra na sua linha principal, parece que vai dar continuidade ao besteirol contínuo e quase irrestrito, o que realmente cria um certo desinteresse, não é um filme que empolga por isso. Mas estranhamente o filme consegue direcionar pra uma história bonita e emotiva, mas sem exageros, a comédia é o centro das situações, e mesmo com o excesso de besteirol, o roteiro evolui de maneira surpreendente, há uma imersão forte com os personagens, inclusive com coadjuvantes bobos e desnecessários, o filme vira uma grande família de pequenas histórias, que são bastante humanas e sensíveis, é bem comum se sentir torcendo pra que aconteça algo diferente, feliz, até mesmo empolgado com o besteirol que o filme mostra, nada é exageradamente forçado pra ser estúpido demais, nem se utiliza de palavrões ou pornografia, parece uma comédia pra família, pra rir de coisas simples e bobas da vida, e se empolgar com uma história que parece não ter pé nem cabeça, onde tudo parecia ser mais do mesmo, aqui se mostrou evolutivo em não transmitir essa sensação e sim mostrar que mesmo um besteirol sem noção pode empolgar, divertir e ser algo agradável de se ver. No geral, um filme que poderia ser muito fraco por não mostrar nada de interessante inicialmente e nem ter uma história e continuidade inovadores para esse tipo de filme, mas que incrivelmente não transmite esse sentimento, mostrando que até esse tipo de filme pode ter muita coisa que agrade.

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sábado, 22 de julho de 2017

Um filme muito fraco na sua história e continuidade, mostrando somente um show de pirotecnia quase sem sentido... assistindo Transformers: O Último Cavaleiro



Hoje dia de escrever sobre um filme de uma série que já poderia ter acabado faz um bom tempo, mas como blockbuster é blockbuster, o jeito é continuar fazendo pra ganhar dinheiro mesmo. A introdução do filme tenta introduzir uma história bem conhecida dentro do universo Transformer, o que gerou uma impressão bastante ruim, uma história não tem nada a ver com a outra, mas a ideia é bem forçada ao ponto de mostrar que a falta de sentido faz parte do todo. Depois o filme colta pra realidade, se isso é possível. O show de pirotecnia já aparece bem explícita logo de cara, junto com uma cena levemente dramática, introdução dos coadjuvantes e tudo mais, algo até bom, pra não se deixar viciar pelos mesmos personagens sempre. A continuidade se mostra péssima logo de cara, nada realmente encaixa bem, as ações não parecem fazer muita coerência, e tudo parece enrolar um pouco pra mostrar um pouco mais de história, que também não faz o menor sentido, enquanto a linha principal dá continuidade. Para as histórias se cruzarem muita coisa acontece quase que inacreditavelmente, todas as decisões são feitas muito repentinamente e, às vezes, sem o menor sentido, simplesmente pro filme acontecer, o pior é ver que isso resulta em algumas cenas de lutas ainda mais desnecessárias, só pra mostrar um show de efeitos especiais. A finalização da história até começa um pouco cedo, faltando cerca de 1 hora pro filme realmente terminar, o que até é bom pelo lado de que não ter que aguentar tanta coisa que parecia não levar a lugar nehum. Mistérios e reviravoltas, mais uma vez, são realizados sem muitas explicações até a luta final, que é bem confusa, o que mostra que tudo ali está pra mostrar somente os bons efeitos especiais. O fim em si é bem fraco, não há realmente um drama forte, tudo é feito na base de explosões e efeitos, uma ou outra coisa foge disso, mas que não encaixa em nada que realmente mereça atenção. No geral, um filme com uma história e continuidade muito catastrófica, não há o menor sentido em assistir esse filme nem pelo mundo Trasnformer, nem pela história em si, tudo é realmente muito mal feito, o que vale são os sempre ótimos efeitos especiais que mostram o show de pirotecnia que virou essa série.

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sábado, 15 de julho de 2017

Um filme muito bonito, bem feito e que traz boas referências ao primeiro filme, mesmo introduzindo muitas coisas novas... assistindo Carros 3



Hoje dia de escrever sobre animação, que resolvi ver no cinema dublado mesmo, uma prática bem incomum pra mim, mas como era uma animação que queria muito ver, hoje foi o dia. O início do filme parece dar continuação ao primeiro filme, quase nada lembra o segundo filme, o foco são as corridas, ao campeão das pistas ovais, e do relacionamentos entre praticamente os mesmos carros do primeiro, até a entrada do seu mais novo rival nas pistas, que coloca o protagonista em uma situação um pouco diferente, remetendo até mesmo ao início do Carros 1, um personagem um pouco mais descontrolado, e que aqui mostra uma consequência quase fatídica, nesse momento a animação se mostra muito mais adulta do que os anteriores. Depois disso o protagonista passa a viver sua aventura de se reerguer, mostrando uma série de novos personagens, todo um novo direcionamento, e é a partir desse ponto, que a animação volta as suas raízes, mostrando que Carros 3 é uma reformulação atualizada de Carros 1, mas com um protagonista mais adulto, com uma personalidade mais perceptiva e inteligente, sem deixar de lado a construção que teve nas animações anteriores. O sentimentalismo é interessante, muito personagem mesmo carismático tem seus sonhos e suas vontades bem escrachadas, que parece nem se encaixar demais numa animação infantil, mas dá uma excelente lição de vida do começo ao fim. O humor é muito presente e interessante, além da aventura em si ser muito bonita visualmente, tudo parece ter um tom muito nostálgico não só para o filme, quanto para os personagens, uma combinação que deixa o filme super gostoso de assistir. O ponto fraco é a continuidade, que parece não fazer muito sentido as vezes, algumas passagens de atos são um pouco bizarras principalmente em relação ao tempo, o que não prejudica em praticamente me nada o filme, mas é perceptível. No geral, um filme muito bem produzido, para finalizar uma trilogia remetendo as suas raízes sem deixar de trazer algo novo, emotivo e bonito, numa história que expande o universo do filme à outras situações e cenários para imergir bem o espectador na animação.

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sábado, 8 de julho de 2017

Um reboot que decepciona bastante por diversos fatores e que deixa o filme bem complicado para elogiar... assistindo Homem-Aranha: De Volta ao Lar



Hoje dia de curtir mais um filme do homem aranha, tudo para ser o reboot perfeito, para finalmente colocar o aracnídeo na linha, mas infelizmente não foi dessa vez, e acho que passou longe de ser. A introdução do filme situa onde o filme se passa, e como o vilão surge com suas ideias e até certos motivos, e que até pode causar certa empolgação, principalmente por dar continuidade dentro do universo Marvel. Logo depois o protagonista é apresentado, de uma forma um tanto bagunçada e frágil, algo que até poderia ser explicável durante o filme, mas no sentido de dar uma introdução ao personagem duas coisas falharam com certa intensidade: a continuidade e o amadorismo. Na continuidade, durante todo o filme é fácil perceber que não há uma certa inteligência, seja ela em relação as atividades que o filme apresenta, quanto ao sentimentalismo dos personagens, tudo parece muito frágil, onde o mundo não parece se importar em nada com o que está acontecendo, somente o Homem Aranha, em certos momentos até dá para entender, mas na grande maioria das cenas, tudo parece bizarramente estranho de ninguém ver e se interessar pelos acontecimentos. Além disso, algumas passagens do filme parecem ser muito esticadas, dando a impressão de estar enrolando para acontecer algo, que no fim acaba demorando ainda mais para acontecer. No amadorismo, é literalmente dizer que esse Homem Aranha é um completo amador, não sabe ser herói, não se interessa em ser minimamente esperto ou inteligente para tomar as decisões um pouco mais corretas, e toma atitudes adolescentes demais até mesmo no momento onde o filme se coloca, a quantidade gigantesca de ações pouco evolutivas do protagonista chega a irritar. O único ponto forte do filme é a parte da comédia, estereótipos são mostrados de forma cômica para não deixar todo mundo entediado, e alguns coadjuvantes fazem bem seus papéis nesse ponto, mesmo que não façam muito sentido para a história ou continuidade. No geral, um filme muito fraco para ser de um super-herói, uma produção que esquece de vários conceitos simples como uma história concreta e empolgante dentro de uma continuidade que não seja boba, restando dar risada das piadas que são até um tanto constante, resultando numa experiência praticamente sofrível.

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sábado, 1 de julho de 2017

Um filme muito bonito e emocionante, que traz personagens empolgantes e bem interessantes, mesmo numa continuidade um pouco perdida e sem noção... assistindo Uma Família de Dois



Hoje dia de escrever sobre um filme muito bonito, com uma lição de vida bem interessante, além de divertido e contagiante. O filme inicia numa cena bem incomum, mostrando uma lição de vida que parece até ser meio perdida em relação ao roteiro do filme, mas que na verdade percorre o filme inteiro, mas não de uma forma séria, e sim de uma forma divertida e emocionante. Depois o protagonista é apresentado, no maior estilo bon vivant, completamente enrolado, mas sem nenhuma profundidade, serve para dar uma certa identidade ao personagem e só. A história principal se mostra da mesma forma, até mesmo parece algo sem pé nem cabeça, mas serve para introduzir o protagonista em outro mundo, onde todo o filme se desenrola e aqui é onde o filme encanta. O filme inteiro mostra toda uma série de dificuldades, desde momentos de criação da filha, problemas pessoais, com o trabalho, amizades, realmente há uma série de situações que o filme mostra, mas ao invés de trata tudo com seriedade, o filme diverte, mostra soluções bem informais, tudo é tratado com delicadeza para fazer o espectador amar o filme, mesmo quando há dramas extremamente fortes. Todos os personagens parecem ser interpretados para que o filme seja um conto de fadas da vida real, um certo realismo misturado com dramas e situações que mostram que, até mesmo nas situações mais difíceis, há como levar a vida sorrindo e tentando fazer feliz. A parte final do filme fecha maioria das situações que o filme estrutura, de uma forma emotiva e contagiante, a boa identificação com os personagens e os problemas apresentados de forma bem imersiva, torna o final bem emocionante, além de mostrar bem claramente a mensagem do filme, que parece bem em segundo plano, mas que na verdade sempre esteve ali durante todo o filme. No geral, um filme encantador, mostrando situações muito bonitas no cenário que o filme se propõe a mostrar, mesmo sem muita profundidade e algumas situações sem sentido, é um filme amavelmente recomendado.

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sábado, 24 de junho de 2017

Um filme com atores famosos e praticamente sem identidade, que até tenta mostrar um assunto atual, mas muito mal desenvolvido... assistindo O Círculo



Hoje dia de escrever sobre um filme com gente famosa, assunto atual, algumas coisas bem interessantes para um filme atual, mas sempre há algo errado, e aqui pareceu que tinha muita coisa errada. A primeira parte do filme foca na vida da protagonista, uma pessoa pobre e com uma família sofrida e que consegue um emprego numa grande empresa, uma história que já se viu em muitos outros filmes, mas para essa fórmula fazer sentido, é sempre bom dar uma imersão forte à situação e aqui nada disso acontece, mostrando que esse fator não é importante, não se tem uma história forte nem para a família e nem para a grande empresa. Depois o filme segue mostrando como a protagonista se adapta ao Círculo, até poderia dizer que a protagonista entrou na linha principal do filme, mas aqui o filme mostra inicialmente sua maior falha. O filme não explicita qual é seu foco, tem muitas situações sem profundidade, que envolve uma série de pessoas e situações, e com o andar do filme outras situações são forçadamente introduzidas de uma forma muito superficial, há pelo menos 6 situações diferentes que se abrem e fecham muitas vezes sem o menor sentido, a continuidade não é interessante, não é imersiva, não é bem feita, o sentimento com o passar do tempo é que tudo acontece por causa exclusivamente da protagonista sem motivo nenhum, é simplesmente para ela e por ela em histórias que parecem não ter pé nem cabeça. Na parte da atuação, mesmo tendo nomes famosos, o filme foca demais na protagonista, mas desde o começo é facilmente sentido que o papel não é para a Emma Watson, até mesmo o sotaque levemente puxado para o inglês, chega a mostrar isso. No resto até que é bem interessante ver algumas coisas, mas todo mundo é um tanto coadjuvante demais. Efeitos especiais são mostrado com certa beleza, assim muita tecnologia envolvida, e até bem encaixadas com as situações. Os cenários parecem um pouco mais pobres, parecem tentar algo mais real, mas para um filme que tenta passar uma grandeza exagerada, nesse ponto parece que faltou verba para fazer tudo. No geral, um filme que parece apenas ter rostos famosos, numa história forçada e exagerada num tema atual, mas é muito mal contada e explicada, praticamente não há nenhuma identificação com os personagens e muito menos uma linha linear na história, muita coisa acontece por acontecer sem empolgar em quase nenhum momento.

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sábado, 17 de junho de 2017

Um filme fraco, que não consegue transmitir um drama, uma comédia ou algo familiar, tudo é um tão mal produzido que o filme é quase de morrer... assistindo Um Tio Quase Perfeito.



Hoje dia de ver mais uma comédia, dessa vez um filme brasileiro, que eu nem estava muito empolgado para ver, mas era o que tinha para o dia. O início do filme mostra um típico brasileiro trambiqueiro, muitas cenas mostrando todo tipo de trambique que serve como emprego para o protagonista, e para piorar tem total aceite da mãe, que não passa de uma companheira nas aventuras do protagonista. Depois de se enfiar numa situação, que o filme não deixa nada clara, a história entra no eixo principal, que é viver na casa da irmã, que também não é muito bem apresentada, mas como a história do filme pouco importa, o filme em si partiu para a aventura principal, como um tio trambiqueiro cuidará dos 3 sobrinhos. O início mostra tudo que há de errado com o personagem, e o conflito de convivência com as crianças, tudo é bem errado, focando bastante na personalidade das crianças e do protagonista, aqui o filme se mostra em mostrar um lado mais infantil, tendo as crianças como parte muito importante do todo. Alguns coadjuvantes são inseridos numa história secundária, que poderia ajudar bastante na história do protagonista, e nesse ponto é onde o filme mais se mostra que não tem a menor identidade, se é um filme de comédia, com algum drama ou infantil. A história secundária mostra que o protagonista precisa se redimir para consertar a própria vida, mas é muito mal aproveitada, tudo acontece de forma simples demais, mostrando que o filme poderia ser mais infantil, porém todos os conceitos que o filme mostra são um tanto adultos, como algo mais família, de personalidade e sentimentos, incluindo as crianças, que em vários momentos aparentam estar com personalidade muito adultas pra idade delas, realmente a produção inteira parece falhar em tudo. Então poderia falar bem da comédia, se o drama não é bom as piadas devem ser, mas infelizmente até aqui tudo desanda. Deu para rir de umas 3 piadas de modo bem forçado, mesmo as piadas repetitivas não surgem como efeito esperado, parecem piadas da vida real totalmente sem graça, esqueceram bastante de dar essa identidade ao filme, parecendo que a comédia era mais para criar o gelo das cenas do drama que o filme apresenta. No geral, um filme sem nenhuma identidade, não se sabe se é uma comédia familiar, uma aventura de um tio trambiqueiro, algo mais família ou mais infantil, uma produção pobre e com um roteiro bastante sem sentido, nem mesmo o público infantil deverá conseguir se identificar com algo, e se esse filme é de morrer? Quase... dessa vez chegou perto!

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quinta-feira, 15 de junho de 2017

Um filme com um teor de comédia exagerado e pesado, e que não tem praticamente nada além disso... assistindo Baywatch - S.O.S. Malibu



Hoje dia de escrever sobre um filme que deveria ser uma referência à uma série clássica dos anos 80, mas aqui foi muito mais importante o besteirol de vergonha alhiea do que qualquer coisa, mas pelo menos algumas risadas foram bem dadas. O iniício do filmeé um tanto estranho e diferente, ver o Dwayne Johnson como Mitch Buchannon é realmente um tanto estranho, ainda mais que mais parece uma paródia inicialmente do que alguma representação, alguns fatos são bem fracos e sem noção, mostrando que o filme vai ser bem sem noção na história, mesmo que a série também não tivesse lá muito sentido em muitos capítulos, aqui a forçada de barra é um tanto exagerada. Outros personagens são apresentados diante de várias piadas, principalmente piadas adultas, não há nanhuma profundidade na maioria deles, o importante nesse, e em vários momentos é rir, algumas situações extremamente embaraçosas, de vergonha alheia, permeiam desde esse momento. Uma linha principal da aventura é mostrada, de uma forma bem simples e sem se preocuar demais com detalhes, os personagens são inseridos dentro dessa trama de forma forçada e até mesmo desnecessária, mas faz parte pra aventura do filme dar continuidade. Mesmo sem muita profundidade com os personagens, alguns tem dramas pessoais, e isso também é inserido no filme pra mostrar como eles vão se juntar pra resolver todas as situações, nada muito forte, e como sempre, com muitas piadas. A aventura começa a ter uma solução depois da parte mais dramática do filme (se é que isso é possível), o filme entra numa situação mais voltada a aventura e até mesmo perde parte da graça, não há muitas piadas nos 20 minutos finais do filme, resolvendo avetura até de modo muito bobo e simples, um final até um pouco digno da série, mas que explicita demais a fraqueza do filme em mostrar qualquer coisa boa além das piadas exageradas. No geral, um filme que foca bastante num besteirol forçado e exagerado, digno de dar umas boas risadas mesmo assim, mas que de resto é tudo um tanto sem sentido, fraco e até mesmo um pouco desnecessário, que pode até lembrar algumas coisas da série, porém não é algo pra elogiar demais.

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sábado, 10 de junho de 2017

Um filme que mostra uma aventura dentro de um novo universo, que até provoca uma certa curiosidade, mas que tem muitos pontos que poderiam ser melhores... assistindo A Múmia



Hoje dia de escrever sobre um filme que deveria ser a refilmagem de um filme bem divertido e interessante, mas aqui se mostra um filme completamente diferente e até mesmo surpreendente, ainda mais mostrando que a Universal resolveu iniciar de vez seu Dark Universe. O início do filme já conta o prelúdio necessário pra dar o entendimento da maldição do filme, nada muito exagerado e profundo, mas conta o necessário pra não ficar recontando muitas coisas durante a aventura, bom e bem feito. O filme então começa com o protagonista encarando sua aventura, algo até um pouco sem noção, se fosse um filme mais realista, com certeza não caberia sentido na história, mas como se trata de uma aventura fantasiosa, até que o filme se sai bem. Depois que a maldição acontece, o filme sai completamente de uma aventura simples, e aqui se sente facilmente do que se trata o Dark Universe, algo mais sombrio com leves toques de terror, por momentos parece que está se vendo um filme de Resident Evil, mas com uma múmia. A aventura acontece de forma interessante com apresentação de personagens inesperados, algumas reviravoltas, romance e ação, é muito fácil se sentir vedo um filme de super herói, mas aqui com monstros e vilões. Porém o filme ainda se mostra um pouco embrionário, algumas cenas e interpretações parecem muito forçadas, assim como a continuidade, que faz aparecer e sumir personagens muito repentinamente. Tudo isso mostra que esse novo universo tem um certo potencial, que começou de uma forma boa pra uma aventura, mas que tem ainda muito a melhorar, no mínimo mostrou-se de uma forma mais interessante do que a DC está fazendo. No geral, um filme que mostra uma aventura sombria, interessante e em partes surpreendente, mesmo assim o filme apresenta problemas um tanto básicos, mas que não estraga completamente a experiência, e deixa um gostinho de saber qual será o próximo filme desse universo.

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sábado, 3 de junho de 2017

Um filme que parece repetir muito do que a série já mostrou, sem muita inovação ou criatividade, restando aproveitar somente os ótimos efeitos especiais... assistindo Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar



Hoje dia de curtir mais um filme do Piratas do Caribe, uma série que nunca fui muito fã, mas que os primeiros capítulos até agradavam, mas parece que a falta de renovação ou algum diferencial deixou a série muito repetitiva e até certo ponto chata. A introdução do filme é um tanto complicada de colocar na série, novos personagens que tem ligação forte com antigos, mas que encaixa uma história bem conhecida, uma maldição, uma solução impossível de realizar e o sonho na base da perseverança, nada muito fora do que já foi mostrado e repetido nos outros filmes, o que muda são os personagens. Depois o filme se coloca no presente do filme, e mais do mesmo, Jack Sparrow atrapalhado, engraçado, irresponsável e tudo mais, o que até serve pra manter bem o que o personagem é, mas as piadas já não agradam todo e o jeito atrapalhado mais parece retirado dos Trapalhões, parece forçado um pouco demais. A continuidade do filme é a padrão dos outros filmes, situações absurdas, acontecimentos exagerados com um encontro improvável entre os protagonistas, e sem perder a rotina, já com um clima a parte, começando como praticamente inimigos, e com Jack Sparrow no meio. O grande vilão parece sair de uma história esquecida no tempo do filme, parece que as coisas surgem repentinamente como se ele fosse o maioral dos vilões, o que tira bastante uma ligação de continuidade com os outros filmes, aqui parece uma história a parte. O que continua agradando são os efeitos especiais, que são muito bonitos de se ver, mesmo não apelando demais pra coisas exageradamente fantasiosas, tudo parece ser mais suavizado sem perder a qualidade. As cenas de ação são bem menos frequentes, fazendo com que o filme pareça enrolar demais numa história que não empolga, nem mesmo parece ser um quebra-cabeça, e que não cria uma boa expectativa, um meio de filme um pouco cansativo, por assim dizer. Já o fim até tenta mostrar algo mais tenso, inclusive para os vilões, mas tudo é muito fantasioso, mágico e milagroso, dando um sentimento um pouco ruim que o filme está muito deslocado à fugir da realidade, até mesmo dos outros filmes. No geral, um filme onde parece que tudo já foi visto de alguma forma, somente mudando os personagens, tornando o filme um pouco enjoativo e sem nenhuma novidade, restando aproveitar as poucas piadas realmente engraçadas, e efeitos especiais, que continuam com muita qualidade.

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sexta-feira, 2 de junho de 2017

Um filme legal, que tem boas cenas de ação e efeitos especiais bem agradáveis, mas a continuidade e atuação comprometem um tanto o filme... assistindo Mulher-Maravilha.



Hoje dia de curtir um filme que até tinha certas expectativas, algo que a DC poderia fazer pra tentar alavancar seus filmes de super heróis, que em partes até deu certo, mas ainda passa bem longe de ser um filme realmente espetacular. A introdução do filme é interessante, mostrar um fato do presente (no universo dos filmes da DC) pra relembrar um fato do passado, colocando o filme no que poderia ser uma boa perspectiva, a não ser pelo fato que é completamente desnecessário mostrar dessa forma, depois de um tempo já é possível esquecer essa introdução. O filme de verdade conta as origens da heroína, algo bem agradável, com algumas cenas de ação, uma história interessante e até um tanto conhecida, e mostrada de uma forma a empolgar o espectador. Mas aqui mostra algo que incomodou bastante durante o filme, a protagonista é interpretada por uma atriz muito franzina, magrela e com perfil muito de modelo, enquanto as outras amazonas parecem muito mais guerreiras e fortes, por mais que a Mulher Maravilha tenha uma certa beleza, há também de demonstrar força e ser guerreira, e desde o início, por mais que a Gal Gadot se esforçasse, durante quase o filme inteiro não era fácil vê-la como heroína. O meio do filme se coloca num cenário um pouco burocrático e engraçado, sem sair demais da história, o que até é bom pra se ambientar com os personagens. Cenas de ação são colocadas nos momentos certos e muitos efeitos são utilizados pra promover as cenas de forma bem interessante, um ponto forte que o filme mostrou, mesmo tendo alguns errinhos. A atuação é um tanto fraca, fora a heroína, uma boa parte dos personagens parecem não pertencer muito à um filme de super herói, parecendo um pouco infantis ou distraídos, nem mesmo os atores parecem levar a sério a atuação em alguns momentos. O fim do filme é até um pouco interessante, algumas reviravoltas, muitas cenas de explosões e ação e romance, mas há um exagero praticamente sem noção no confronto final, heroína e vilão parecem lutar num ambiente praticamente mágico, mostrando algo que o filme não se aprofundou bem, parecendo que foi feito pra dizer que o filme também sabe fazer um show de pirotecnia alucinada. No geral, um filme de super-heroína bem interessante, que supera bastante os anteriores filmes da DC, com muitas cenas de ação, uma história bonitinha e muitos efeitos especiais, mas que falha demais em não ter uma continuidade mais polida e em interpretações que até me colocou em dúvida se a Gal Gadot é uma boa atriz pra ser a Mulher Maravilha.

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quarta-feira, 31 de maio de 2017

Um filme que finaliza a série Arise sem deixar de ter sua própria identidade, que reúne boas características dos outros filmes e séries... assistindo Ghost in the Shell: The New Movie.



Hoje dia de assistir o New Movie de Ghost in the Shell, algo que poderia refazer o original, mas que na verdade finalizou Arise, de uma forma a acreditar que Arise foi muito mais uma série introdutória a esse filme do que uma série distinta. O início do filme mostra uma parte inédita da história, que serve pra ligar mais intimamente alguns personagens e dar ligação pro filme de uma forma profunda, e até mesmo contínua, Arise mostra muito esse relacionamento, e aqui o filme parece ter se preocupado bastante em finalizar tudo isso de uma forma mais sentimental sem deixar as ligações de Arise muito soltas. Como todo capítulo de qualquer série e filme de Ghost in the Shell, há um mistério principal que preenche o filme do começo ao fim, sempre começando com algo mais simples que leva à um mistério bem complexo, envolvendo várias vertentes e personagens, algo que não falta aqui, há muitas passagens, explicações reviravoltas, mortes e investigações, de uma forma que chega a agradar bem, ainda mais por resolver muitos desses fatos em cenas de ação que chegam a impressionar bem, podendo se considerar como sendo as melhores cenas de ação de todos os filmes e séries. Uma boa característica do anime é a volta de um bom envolvimento filosófico e sentimental, o filme consegue contar uma história que chega a ser até bonita, envolvendo um drama que remete a cibernetização, o que alia fatores de Arise e do filme original, não chega a ser algo com maestria, mas é bem elaborado. Alguns personagens seguem com as personalidades de Arise, e outro parecem ter crescido bastante nesse filme, parecendo levar as coisas mais a sério, principalmente focado na ação envolvida em quase todo o filme, mas outros parecem que se perderam e ficaram um tanto secundários por uma boa parte do filme, provocando uma certa frustração. A qualidade dos traços parecem um pouco melhores aqui, por se tratar de um filme, deram uma bela caprichada pra agradar bem aos olhos. O fim do filme é cheio de boas explicações e algumas reviravoltas, que finaliza algumas dúvidas de Arise, e também brechas que o próprio filme cria, de uma forma bem interessante e agrada bem. No geral, um filme que complementa Arise de uma forma bem mais empolgante, com muitas cenas de ação muito bem elaboradas, mas que tem um pano de fundo muito bonito, filosófico e sentimental, tornando um dos meus capítulos preferidos de tudo o que Ghost in the Shell mostrou.

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segunda-feira, 29 de maio de 2017

Uma série que reconta Arise de uma forma cronológica diferente, mas resulta em algo um tanto pior que o original... assistindo Ghost in the Shell Arise: Alternative Architecture.



Hoje dia de terminar mais uma série de Ghost in the Shell, dessa vez uma recontagem de Arise, que já era praticamente uma recontagem do prelúdio original, se estava meio confuso, aqui a coisa desandou um pouco mais. Alternative Architecture reconta os OVA's de Arise de uma forma levemente diferente, capítulos são ordenados de uma forma diferente, pra dar uma sensação muito maior de prelúdio como um todo, mas que acaba mais confundindo do que atraindo. Dessa vez a série deixa bem explícito que o que está sendo contado é uma condição pro presente, tornado a linha temporal do presente ao passado e voltando para o presente, onde o começo é quase o fim, e o fim liga ao começo e não ao meio, pra quem assistiu Arise fica completamente confuso o que se apresenta aqui, pra quem não viu a sensação é melhor, porém a ordenação de Arise é bem mais atrativa. Não há muitas diferenças nos acontecimentos, tudo é recontado com alguns detalhes a mais, maioria sem muita importância. Os efeitos visuais são um pouco melhores, dando um impressão maior de imersão nas cenas, algo um tanto agradável, mas sem exageros. Aqui não há nenhuma correção em relação as atitudes e posição dos personagens, alguns continuam meio sumidos, e outros com personalidades completamente absurdas em relação ao original. No geral, uma série que piorou um pouco o que Arise já havia apresentado, que já não era o melhor dos mundos, poucos atrativos poderiam justificar a produção dessa séria, mas a ordenação cronológica dos capítulos torna a série um pouco mais decepcionante.

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domingo, 28 de maio de 2017

Um filme de suspense bastante imersivo, com uma atuação muito boa do protagonista, mesmo com um roteiro que, às vezes, é de se estranhar, nada tira o brilho desse filme... assistindo Corra!



Hoje dia de ver um filme de terror, ou melhor, de um suspense muito bom que quase chega a ser de terror, e como ultimamente esse gênero de filme anda sendo bastante mal utilizado, a expectativa era bem negativa. O início do filme mostra muito de como o filme vai ser, com um fundo de preconceito racial, uma mistura de suspense, mistério e até mesmo bom humor, que no início é representado pela música, que dá um tom bem interessante à cena, tudo não passa de cinco minutos, mas mostra que nada vai ser revelado tão facilmente. Depois o filme entra na história principal, que não sai muito da introdução, mais questões raciais, um certo incomodo do protagonista, e mais um toque de humor, aqui representado por um dos principais coadjuvantes. O filme segue sem revelar muito do que vem em seguida, a tensão é bem focada no protagonista, não no nível de revelar o que acontece, o principal objetivo do filme parece ser a imersão dentro do personagem, e não na história em si, força um pouco o espectador a encarnar bem o sentimento do protagonista, seus medos e sua personalidade. A história em si é um tanto previsível, sabe-se um tanto do passo seguinte, mas o filme é tão focado no protagonista, que é melhor se perguntar como as cenas vão acontecer, algo que fica muito no ar, logo que o filme não mostra claramente qual vai ser o próximo passo de cada um. A atuação do protagonista é de merecer elogios, é muito fácil se sentir a vontade na pele do personagem, com um tanto de naturalidade, mesmo em cenas forçadas, na atuação se sai bem pra não desprender a atenção de tudo. No geral, é um filme atraente e gostoso de assistir, um suspense contínuo e intenso, que provoca uma sensação muito boa de imersão, principalmente no protagonista e suas ações, mesmo tendo uma história um pouco fraca e, às vezes, forçada, não tira um brilho da produção que consegue do começo ao fim destacar o que o filme tem de melhor pra mostrar.

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sexta-feira, 26 de maio de 2017

Um filme fraco em maioria das suas características, restando como agrado o bom show de efeitos especiais... assistindo Rei Arthur: A Lenda da Espada



Hoje dia de assistir um filme que já me preocupava um tanto, pra mim era só um filme simples, mas que ao assistir realmente vi que a coisa desandou demais. A introdução do filme é bem fraca, um cenário previsível onde o herói passa por um drama completamente forçado pra ser trágico, algo bastante sem sentido pra dar o tom do drama no todo. Logo após, cenas relatam o crescimento do personagem, em cenas aceleradas e uma música que até chega a empolgar um pouco, pareceu mais um vídeo clipe, algo interessante, mas que pareceu um tanto desnecessária, parece dar a ideia de como o personagem é, mas com uma justificativa que foge demais do Rei Arthur, algumas coisas até explicam com o andar do filme, mas que fez quase diferença nenhuma, poderiam ter reduzido pra algo mais contextualizado e menos exagerado. Finalmente o cenário presente do filme aparece. De certa forma até agrada chegar num cenário caótico de forma um tanto cômica quanto séria, o protagonista trata situações com sarcasmo exagerado e consegue dar uma boa dimensão de quem ele é, mesmo ele sendo o Rei Arthur. Para uma das cenas principais do filme, a retirada da espada, mais uma vez se apela pra uma situação um tanto forçada, praticamente sem noção, o que mostra um certo problema com o roteiro, tudo parece ser jogado demais no ar pra acontecer, o que faz parecer que as coisas acontecem de forma muito aleatória, enfraquecendo bastante a continuidade do filme. O miolo do filme é formado por alguns dramas que envolve o grupo do protagonista e a espada. Algumas coisas não parece ter muito sentido em ter no filme, e parecem coisa muito comuns, mesclando fantasia e realidade de uma forma muito simples, sendo que em vários pontos é muito faz se perguntar 'porque não fizeram isso antes?'. O final do filme é óbvio demais também, praticamente nada surpreende, só não chega a ser chato pela principal característica do filme: os Efeitos Especiais. Os efeitos especiais são de encher bastante os olhos desde as primeiras cenas, nisso o filme se mostra bastante imersivo, muita coisa na tela, e nas principais cenas, muita câmera lenta, efeitos de fumaça, areia e tudo mais, de forma a mostrar que investiram bem na produção, pena que com todo o resto sendo bastante debilitado, algumas cenas que poderia ser mais de atuação ou enredo, as vezes parece só um show pirotécnico e nada mais. No geral, um filme muito fraco, não há um bom roteiro, nem uma boa continuidade, nem atuação, parece um filme da sessão da tarde sobre algum herói qualquer, a única coisa boa foi ver um bom show de efeitos especiais mesmo sem fazer muito sentido.

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sábado, 20 de maio de 2017

Um capítulo que mostra mais uma história fechada do que algo que dê continuidade ou feche algum mistério importante, restando somente curtir as boas cenas de ação... assistindo Ghost in the Shell: Arise Border 5 - Pyrophoric Cult.



Hoje dia de terminar, ou quase isso a série Arise, que tem seus altos e baixos, e terminou até de uma maneira inesperada, porém seguiu mais a linha de ação e mistério do que algo filosófico. Esse capítulo parece inventar algo novo pra dar continuidade ao quarto episódio, que parece terminar sem fechar todos os buracos, porém, ao invés de fechá-los, acaba criando algo que parece mais encher linguiça do que dar continuidade, um novo inimigo aparece, mais forte e poderoso, que segue a mesma ideia do grande adversário que aparece no quarto episódio, parecendo um pupilo. Alguns personagens parecem mostrar suas intenções de formas mais claras, apenas afirmando algumas dúvidas, mas nada que surpreenda demais, pois não há uma declaração completa de suas intenções e do que poderiam fazer. Algo curioso é o capítulo se dividir em dois dias, mas nada que faça uma real diferença, a não ser pelo fator tempo, que parece mais apertado, fazendo com que os personagens tenham que tomar decisões um pouco mais rápidas, nada que realmente faça alguma diferença, em nenhum momento os personagens se sentem ameaçados por isso. Alguns momentos do OVA são, de certa forma, exagerados, personagens parecem sobreviver ou passar por ações um tanto inacreditáveis, além de situações um tanto sem criatividade, perdendo um tanto a inteligência que a série quase sempre preza. O fim do capítulo fecha basicamente as situações que o próprio capítulo cria, nada muito além disso, e até mesmo o principal mistério da série parece não andar em nada. No geral, um capítulo que pareceu um pouco desnecessário pra série, que não adicionou em quase nada na continuidade na história, agradando somente em algumas cenas de ação e no mistério que o próprio capítulo cria e resolve, bom pra um capítulo solto, mas que não implica na solução da série em si.

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terça-feira, 16 de maio de 2017

Um capítulo que remete bastante ao filme original com um mistério bem complexo e um roteiro um pouco mais filosófico, sem dispensar demais os outros capítulos... assistindo Ghost in the Shell Arise: Border 4 - Ghost Stands Alone.



Hoje dia de curtir o quarto capítulo de Arise, que finalmente se aproxima bem mais de Stand Alone Complex e do filme original, sem ficar inventando demais. O início do filme já mostra algumas boas diferenças, o foco é mais voltado à uma investigação mais profunda, que leva a continuidade do OVA ter muitos fatores, e até algumas reviravoltas, sem perder a figura filosófica do conflito de cibernetização, saindo bastante do que Arise estava mostrando, uma forma muito boa de resgatar esses valores, sem perder o fio da história de Arise, não há um elo de confiança forte, nem uma proximidade exagerada, em todos há uma certa individualidade um tanto diferente do original, mas nesse capítulo nada que estrague o OVA. O mistério é outro bom ponto do OVA, algo bem complexo que chega ser difícil de entender com a continuidade do capítulo, algo um tanto comum pra Ghost in the Shell, e que redime bastante o fraco roteiro do terceiro capítulo. O fim do episódio aqui esclarece muita coisa, o que é um bônus bem interessante, até mesmo no filme original, as explicações parecem deixar buracos um tanto difíceis de entender, o que pode frustrar que assiste em muita atenção, aqui felizmente o ciclo aparenta fechar, meio de qualquer jeito, mas não deixa muitas explicações aberto. No geral, um OVA que resgata bastante coisa que já foi mostrada sem perder a identidade de Arise, algo muito bom de se ver, tanto pelo lado investigativo, quanto pela filosofia, sentimentos exagerados finalmente são deixados de lado pra focar em algo que agrada desde o primeiro filme.

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segunda-feira, 15 de maio de 2017

Uma capítulo que resgata um personagem meio esquecido, mas fracassa um tanto na história que quase não tem mistérios... assistindo Ghost in the Shell Arise: Border 3 - Ghost Tears.



Hoje dia de assistir o terceiro capítulo de Arise, e aqui uma certa surpresa por um personagem em especial, que parecia estar bem perdido na série, mas que considero um personagem bem importante. O início do OVA apresenta novamente duas facetas, um mistério que aqui parece um dos mais simples da série, e um lado mais sentimental, envolvendo alguém muito inesperado pra ter sentimentos, principalmente os mostrados nesse capítulo. O desenrolar das duas histórias andam muito próximas, o que joga a continuidade do capítulo pra algo bastante óbvio, se sem muitas surpresas, há um cenário de fundo pra tudo isso, que é bem fraco e sem a menor importância, o que torna a parte de investigação e mistério um tanto sem graça, e nesse momento, um personagem quase esquecido no primeiro e segundo episódio aparece com certa força. O caminho que esse personagem toma e como ele se envolve no caso sai bastante da linha principal do capítulo, trazendo até elogios dos outros personagens, algo interessante pro anime, que trata todas as coisas um tanto friamente, lembrando que a parte mais amadora e sentimental continua aqui, fazendo com que atitudes que são mostradas nesse episódio não sejam muito estranhos em relação aos outros capítulos de Arise. No geral, mais um capítulo que dá continuidade à essa série mostrando os personagens de outra perspectiva, mais amadora e sentimental, o que mais falha aqui é a história muitos simples e manjada, mas pelo menos resgata um personagem que gosto bastante de uma forma inteligente e interessante.

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sexta-feira, 12 de maio de 2017

Uma continuação digna de Prometheus, basicamente sem terror, e que chega a direcinar à um sentimentalismo um tanto desnecessário... assistindo Alien: Covenant



Hoje dia de assistir mais uma continuação ou predecessor, ou qualquer coisa do tipo da série Alien, uma série que tenho certo apego por achar os clássicos um tanto aterrorizantes. O início do filme tenta ser dramático ao mesmo tempo que tenta explicar um pouco melhor a origem dos protagonistas, por um lado algo que Prometheus deixou um pouco aberto, mas que pra série Alien não tem uma importância tão significativa, e por outro algo muito movido por sentimentos, esquecendo bem que a tripulação é basicamente feita por cientistas, que deveriam ser um pouco mais frios do que um poço de drama. A continuidade do filme logo se mostra confusa, apesar do filme se mostrar algo voltado à exploração espacial, parece que ninguém está realmente muito preso a isso, várias tomadas de decisão são baseada no ego de cada um, isso mostra uma imensa fragilidade ao filme, tudo foge do que parecia ser, tentando dar um ar de desespero ao filme, mas que passou muito a impressão que os próprios cientistas se enfiavam quase que propositadamente em enrascadas pra deixar tudo com pitadas de terror, uma forçada muito exagerada e que realmente deixou muito de lado algum sentimento de suspense ou terror de verdade, restando só se assustar com poucos jumpscares, que eram muito previsíveis, o que se pode aproveitar aqui são as cenas mais sanguinárias, que são bem explícitas e parecem até um tanto apelativas para serem impactantes, mas sem o clima de terror, não passam de uma coisa sanguinária quase desnecessária. A parte de atuação até tenta se mostrar boa, alguns personagens parecem ter um pouco mais de personalidade, outros são bem fracos, até mesmo Michael Fassbender tem uns momentos sem noção, o que faz no geral o filme ser mediano nesse ponto. Os efeitos são bonitos, mas em grande maioria são quase estáticos, somente nas cenas finais de ação se exige mais, e onde se mostra falho, chegando ao ponto de perceber claramente que há um chroma key de fundo. No geral, um filme bastante fraco, uma continuação digna de Prometheus, que foi algo bem decepcionante, aqui pouco se salva, como alguns efeitos especiais bem bonitos, mas o roteiro é bem fraco e que deixa o filme longe de pertencer de verdade a saga Alien.

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quinta-feira, 11 de maio de 2017

Uma continuidade do primeiro capítulo, mas com um mistério mais imersivo e interessante, porém esquecendo de contar a história dos personagens... assistindo Ghost in the Shell Arise: Border 2 - Ghost Whisper.



Hoje dia de assistir mais um OVA de Arise, e a série tende a continuar a estilo do primeiro OVA, apresentando melhor os personagens e tendo um mistério complexo. O início do capítulo mostra um contexto diferente do anterior, sai da apresentação dos personagens pra formação do grupo, mas a ideia não se desenvolve bem, o mistério do capítulo toma conta fortemente de tudo e todos, parecendo que esse contexto de formação de grupo é totalmente empurrado pro fim do capítulo, um sentimento ruim de mostrar, mais uma vez, que o anime caminha para a investigação e ação, e nesse contexto o anime se torna muito bom, há muitos detalhes, personagens com personalidades fortes e diferentes, que mais uma vez saem do poético, pro lado mais humano e frágil, assim como o capítulo anterior, a fragilidade cibernética se mostra frágil e que facilmente é enganada ou até mesmo vencida por decisões mais humanas, sem maiores complexidades, tudo é simples, mas que dá uma imersão maior ao mistério principal do capítulo, e esse é o ponto forte. O mistério é bem elaborado sem radicalismo, tudo é estruturado por várias reviravoltas pra enganar o espectador, todos parecem suspeitos para o bem e para o mal, e a heroína no meio disso tudo, se tornando uma espécie de super heroína, tanto no aspecto estratégico quanto militar, dando um bom tom de continuidade para a aventura. No geral, um capítulo que não foge do estilo do capítulo anterior, o que muda é a trama e o mistério onde os personagens se envolvem, que é bem imersiva e interessante, mas tudo isso acaba deixando de lado uma das linhas principais da série, que é mostrar como todos os personagens se conheceram e se juntaram.

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quarta-feira, 10 de maio de 2017

Um filme que mostra uma trama investigativa muito boa além de recontar muito sobre os protagonistas do anime, mas fugindo demais da filosofia que deixou a série bem conhecida... assistindo Ghost in the Shell Arise: Border 1 - Ghost Pain.



Hoje dia de escrever sobre um OVA, o que é bem anormal, ainda mais que esse é só um capítulo de uma série, mas como tratam cada OVA como um filme em si, resolvi escrever em separado mesmo. O filme apresenta algo como se fosse um prelúdio à toda a história que foi mostrada nos filmes e séries, mas de uma forma um tanto alternativa, personagens parecem mais despreparados e humanos, não há um foco forte na cibernetização e nem uma falação forte nisso, tudo parece ser mostrado de forma mais natural, não precisando de explicação. O que mais se estranha inicialmente são os traços dos personagens, que parecem ser mais simples e até um pouco diferentes de tudo que foi mostrado, parece ser uma outra série. O que não muda é o roteiro, um mistério envolto de uma morte que mexe com todos os personagens, que aqui não são tão próximos como nos outros filmes e séries, há uma certa desconfiança e até mesmo um amadorismo, todos parecem mais frágeis tanto humanamente quanto na parte cibernética, e isso gera uma certa dificuldade pros personagens e um fator a mais pra resolver o mistério. Como a parte cibernética tem bem menos foco, a parte filosófica também sai ainda mais de cena, muito pouco é mostrado da relação de cibernetização e suas consequências, parecendo algo completamente sem importância, tirando muito o que tornou o primeiro filme tão cult, parecendo que tudo que foi lançado após o segundo filme não passam de mistérios policias e investigativos envolvendo ciborgues com personalidades bem fortes. No geral, um primeiro capítulo interessante, que mostra um reboot ou prelúdio para tudo o que foi mostrado nas outras séries e filmes, mas cada vez mais focado nas investigações, perdendo muito da interessante filosofia que tentava mostrar, tornando um ótimo OVA se ignorar as raízes de Ghost In The Shell.

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terça-feira, 9 de maio de 2017

Um filme que foge muito do que a série sempre mostrou, deixando de ser algo mais filosófico e misterioso pra ser algo comum e até sem sentido... assistindo Ghost in the Shell: Stand Alone Complex - Solid State Society



Hoje dia de assistir mais um filme de Ghost in the Shell, e pela primeira vez vejo algo um tanto menos filosófico e misterioso. O início do filme introduz os personagens em novos postos, mostrando novas personalidades que parecem menos cuidadosas e mais realistas com os dias de hoje, o que deixa o anime um pouco menos futurista, tirando um pouco do brilho do que sempre foi mostrado. A história do filme é mais simples do que as séries e outros filmes, um mistério sem maiores complexidades ou algo filosófico, e esse último ponto é o que mais falta aqui, os personagens não são introduzidos no problema dessa forma, deixando a continuidade pra algo mais voltado a investigação e a ação, deixando o fundo filosófico muito superficial, mas é uma história interessante, que envolve um problema atual e uma solução um tanto cruel, mas é mal desenvolvida no filme, aparentando ser uma coisa qualquer, comparado com os outros filmes e séries, aqui é algo muito fraco e que não atrai muito, nem pra solução e nem pra imersão. Alguns fatores são um pouco interessantes, o retorno de alguns personagens e a decisão de outros, que parecem não encaixar direito com o fim de 2nd GIG, parece que esse filme foi feito pra tapar um buraco que não existe, até mesmo a premissa da história parece um tanto sem ligação. No geral, um filme que sai muito do que tudo que a série já mostrou, tornando um filme algo muito comum, sem o brilho do futurismo, do mistério e da filosofia que já foi mostrado, parecendo mais que o filme foi feito pra faturar do que pra agradar.

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segunda-feira, 8 de maio de 2017

Um anime interessante, cheio de histórias complexas que se juntam numa trama inteligente e cheia de detalhes, tanto detalhe que é até fácil se perder... assistindo Ghost in the Shell: Stand Alone Complex 2nd Gig.



Hoje dia de terminar mais uma temporada de Ghost in the Shell, agora só falta mais uma e alguns OVA's realmente não achava que teria que ver tanta coisa pra entende esse universo. Essa temporada difere bastante da primeira temporada, mesmo iniciando claramente no final da primeira, aqui o clima tenso e um universo ainda maior, mais complexo, cheio de histórias e complicações do que é mostrado, e mesmo assim há alguns capítulos soltos que parecem não se encaixar em nada, muita coisa pra somente 26 episódios, em várias partes parece um tanto fácil se perder, ou se prender a detalhes que parecem inúteis, muitos achismos são fáceis de sentir, e muito da história em si parece um pouco perdida, fazendo ligações complexas na continuidade da temporada, algo que é muito bom, pois traz um sentimento de inteligencia pra tudo, realmente um roteiro muito bem pensado pra não passar o sentimento pobre e um pouco decepcionante da primeira temporada. Nesse mesmo contexto aparece a maior falha, prestar atenção em muita coisa fica fácil se desprender de muita coisa importante, se esquecer de detalhes é comum, tentar se recordar de muita coisa é ainda mais comum, por muitas vezes dá uma pequena vontade de rever alguns pedaços de capítulos pra lembrar exatamente do que aconteceu. Mesmo com tudo isso, os pontos importantes não passam em branco, muita coisa é destacada com clareza pra mostrar o seu ideal, uma ideia que deve ser fixada pra dar continuidade a história, mesmo que sejam muitos fatores, é fácil ligar e lembrar de tudo. No geral, um anime que agrada bastante por ser inteligente, complexo, cheio de conteúdo de todos os jeitos, formas e cores, o que torna a experiência que merece muita atenção, porém esse mesmo excesso traz um sentimento perder muita coisa sem saber se é importante ou não.

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sábado, 6 de maio de 2017

Um filme que mostra algo que já é muito conhecido, pena de uma forma um tanto simples e quase sem empolgação... assistindo Vida



Hoje dia de escrever sobre um filme que utiliza uma fórmula um tanto clássica e que geralmente funciona bem, um suspense espacial puxando pro terror, pena que aqui pareceu um pouco fraca principalmente no contexto em que o filme é formado. O início do filme é sem maiores explicações, existe uma missão espacial, um grupo de personagens de diversos países e a vida fora da Terra, nada que fuja demais de outros filmes do gênero, e isso gasta um bom tempo do filme, quase uma hora de filme pra tentar dar uma história intrigante, porém sem nenhuma profundidade, as explicações são muito simples e, às vezes, sem sentido. à partir de um fato um tanto bobo, o filme sai das explicações e parte pro que deveria ser o terror de tudo, muita cena de sofrimento e cenas que induzem algo sanguinário, mas não exageradamente explícito. De um início um pouco enrolado, pra uma continuidade fraca, muitas decisões parecem não fazer muito sentido, cientistas parecem até fazer que as situações se tornem caóticas pra simplesmente causar medo no filme, uma nave espacial que não parece ser preparada pra nada, ao mesmo tempo que todo mundo confia à ela a própria sobrevivência, usa de laboratório e tenta derrotar uma vida alienígena, sem um plano, sem contingência, sem nada, realmente parecem que vivem numa era um pouco atrasada para conseguirem contato com uma vida extra terrestre. A atuação é um pouco interessante, mesmo sendo cientistas, e eles mostram isso explicitamente, cada um tem seus sentimentos e personalidades, o que agrada na diversidade de papéis, fora das cenas de terror e suspense mais forte, cada um mostra bem quem são, mesmo sendo cientistas, não há uma frieza exagerada, e cada ator mostra bem isso. Os efeitos especiais são simples, tirando a criatura extra terrestre, não há efeitos exagerados fora explosões e algumas destruições. O fim do filme tem uma pegadinha simples, que é bem fácil de se imaginar, nada pra se surpreender demais ou causar algum impacto, até mostra que o filme é fraco quando o assunto é imersão a imersão no filme. No geral, um filme com um roteiro clássico, que todo mundo conhece, mas que esquece de criar um clima com a continuidade e com os personagens, tudo é exageradamente forçado pra tentar um clima de terror que nunca acontece de verdade, mesmo tendo alguns sentimentalismos e algumas reviravoltas, nada atrai muito aqui.

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domingo, 30 de abril de 2017

Uma continuação muito bem feita, que combina momentos engraçados, muita ação, efeitos visuais e músicas de primeira, mas uma história secundária muito fraca... assistindo Guardiões da Galáxia Vol. 2 em Cine Market Place Cinemark.



Hoje dia de ver mais um filme da Marvel, e isso significa um filme de super heróis, muitos efeitos especiais e ter uma história que ultimamente não tem trazido uma grande empolgação. A introdução do filme é rápida e um tanto direta, há um certo enigma onde o filme vai se desenrolar. Depois começa a re-apresentação dos personagens de forma bem maravilhosa, muita música boa e uma forma adorável de apresentar um dos principais personagens. Depois todo mundo entra num dos eixos do filme, que resulta na história principal, uma situação que até surpreende bem, uma história que o personagem principal já havia se envolvido no primeiro filme, e aqui se destrincha fácil, não há muitos segredos e enrolação, há o necessário pra dar uma boa continuidade ao filme com emoção e ação, além da bem conhecida dose de comédia. Mas o filme não se resume somente a uma linha principal, há uma linha secundária, uma história mais simples e um pouco atrapalhada, não parece ter uma seriedade muito forte, e parece servir mais pra não deixar alguns pontos muito soltos e perdidos do que ser uma história consistente, aqui parece ser o único ponto falho do filme, tornar algo secundário em algo mais bobo, um tanto diferente da linha principal. A dose de comédia é muito presente, quase sempre há uma piada, às vezes sem graça, mas muitas vezes diverte bem, atrai o público mesmo que não faça nenhum sentido. O lado sentimental também é bem forte, ao contrário do primeiro filme, aqui um fundo filosófico parece preencher todos os personagens de alguma forma, algo bem interessante que pode fazer a gente pensar em muita coisa e se emocionar com várias outras, sem perder o fio da história. A parte de ação continua forte assim como o primeiro filme, tudo tem bastante efeito e agrada bem, com muito slow down, há de se perceber que se tem um certo capricho em tudo. As músicas são um ponto sem comentários, recheadas de empolgação conseguem até mesmo se misturar ao roteiro, algo que mostra que as músicas não são somente um mero acompanhamento pro filme. O fim do filme emociona até mais que o primeiro, um final bem feito, bonito e que resume de alguma forma tudo o que o filme é, realmente algo pra pensar bem, sem perder um pouco da graça nem um pouco da aventura. No geral, um ótimo filme, que mistura várias características que os filmes da Marvel sabem fazer muito bem, tudo pra atrair bem o espectador com bastante empolgação e emoção, tudo muito bem produzido e continuado, o único pesar é de ter uma das linhas da história bastante fraca, que parece estar um pouco ali pra encher linguiça.

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sexta-feira, 21 de abril de 2017

Um filme fraco com uma série de características que não agradam e não empolga em praticamente nenhum momento... assistindo Paixão Obsessiva em Cine Market Place Cinemark.



Hoje dia de escrever sobre uma novela da Globo... ops, espera um momento, isso é uma página sobre filmes e animes, não tem novela aqui, mas a coisa foi tão bizarra que realmente parecia que estava vendo uma novela da Globo. O início do filme é um clássico, começou pelo fim e o filme vai contar a história até aquele ponto, e aí o problema mais clássico de todos, tornar o filme muito óbvio, e aqui o filme não esconde isso, não há nenhuma reviravolta, o filme sempre caminha no roteiro mais simples e logo de cara o sentimento 'já sei o que vai acontecer' é bem presente. Depois a história começa, basicamente formada por duas histórias onde vive a protagonista, uma história tem uma certa profundidade bem explícita, já a outra é terrivelmente contada durante o passar do filme, e é logo a linha principal, é tanta loucura e fantasia que pareceu bastante ter sido escrita por alguém que queria fazer uma novela das 9 na Globo, mas em formato de filme. O elenco é focado em meia dúzia de personagens, o que poderia fazer um tanto de sentido devido ao cenário do filme, mas ambas histórias são um pouco complexas pra poucos personagens, então tudo pareceu ser reduzido pra direcionar aos acontecimentos, pareceu um pouco fantasioso da forma que foi mostrado. A continuidade do filme é a que mais impressiona pelo tanto de fatores bisonhos, personagens loucas, outros totalmente desligados, fatores que se ligam no momento do filme, como se ninguém tivesse um passado pra contar, tudo feito de uma forma simples, como se nada fizesse muito sentido, o importante era mostrar a loucura das situações e das personagens, parecia que alguém escreveu um roteiro de última hora pra fazer um filme de psicose romântica ou coisa do tipo, não há o menor esforço pra tirar a obviedade das cenas nem colocar algum suspense diferenciado, tudo é feito pra criar um clima que nunca atrai o espectador. O fim do filme também não sai muito do que o filme mostra, não há realmente uma reviravolta grandiosa, e o que mais poderia surpreender acontece num estalar de dedos, sem nenhum sentimento a mais. No geral, um filme fraco, com história, roteiro, continuidade e interpretação que não empolga, não há efeitos especiais, e um cenário muito simples pra agradar em algo, uma mistura de fatores digno de novela da Globo naqueles momentos que o escritor muda a história 10 vezes e mesmo assim não acerta a mão.

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sexta-feira, 14 de abril de 2017

Um filme muito bonito com uma atuação fantástica da protagonistas e músicas bem inseridas, mas com coadjuvantes um tanto perdidos ou mal encaixados... assistindo A Bela e a Fera em Cine Market Place Cinemark.



Hoje dia de curtir um conto de fadas, uma história clássica de Walt Disney, que teve suas melhores adaptações em animação, e que foi parar com atores de verdade, e não decepcionou. O início do filme basicamente é bem musical, tanto a Bela como a Fera tem sua introdução contada em histórias cantadas, fazendo com que tudo pareça um tanto profundo e interessante, mesmo com histórias simples, a cantoria não reinventa a roda, conta algo que todos sabem, ao mesmo tempo que coloca alguns pontos interessantes, principalmente pra Bela. Esse tipo de comunicação com o espectador é bem contínuo, quando a história precisa sair um pouco da linha principal, ou contar algum flashback, a cantoria toma conta do filme e conta de modo um pouco mais divertido, mantendo a atenção do espectador, parecendo mais um filme musical do que um conto de fadas. O filme tem uma característica que marca os dois extremos do filme: as atuações. A protagonista consegue segurar muito o filme, a Emma Watson faz simplesmente uma atuação praticamente impecável, mesmo não parecendo encaixar fisicamente na personagem, que parece muito jovem e frágil, a personalidade e o destaque da produção, faz com que ela se mantenha íntegra tanto na personalidade quanto no conto de fadas o filme inteiro, é muito bom vê-la participando em quase tudo que cerca o filme. Por outro lado os coadjuvantes são um tanto oscilantes, tem coadjuvantes bastante fracos, tem coadjuvantes que parecem muito bobos, tem coadjuvantes que parecem não servir pra nada e outros que aparecem tanto, que mostram certo desequilíbrio nos atos que os filmes mostra, e por momentos é fácil sentir que parte dos personagens foram esquecidos. Algo muito interessante são os estereótipos mostrados, há de tudo um pouco: negros, homossexuais, feministas, pessoas que sobrem bullying e por aí vai, mesmo assim tudo é feito de uma forma mais superficial, nada é escrachado ou forçado demais, mesmo assim é um conto de fadas, então a introdução desses personagens até é interessante, mas com certeza é desnecessária. Os efeitos especiais são parcialmente bonitos, há muitos efeitos, mas facilmente é perceptível que na finalização faltou um bom retoque, olhares são meio perdidos, e outros faltam uma certa humanidade, é melhor ver efeitos durante a cantoria onde há um show de luzes do que uma situação de encenação. No geral, um conto de fadas muito gostoso de se ver, a protagonista sai completamente da identificação de papéis anteriores pra assumir um papel de corpo e alma, muito bem estruturado mesmo que inicialmente pareça não encaixar perfeitamente, de resto, o filme tem seus altos e baixos, mas como tudo é muito bem focado na Bela, tudo agrada, resultando numa experiência muito boa.

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terça-feira, 11 de abril de 2017

Uma série muito solta em relação aos filmes, que não transmite nada muito interessante, restando somente uma aventura que nem empolga tanto... assistindo Ghost in the Shell: Stand Alone Complex (1st GiG).



Hoje dia de terminar o primeiro ano de um Spin-off do Ghost in the Shell, e por mais que pareça estar no universo do filme, parece que a série facilmente não parece nem com o filme ou com a continuação, seja pela história ou pelos personagens. Os primeiras capítulos da série mostram situações bem isoladas, não determinando um inimigo declarado pra série, são situações soltas, e os personagens parecem já terem sido apresentados de alguma forma, mas algumas personalidades parecem não seguir o estilo dos filmes, mesmo não tendo uma relação temporal direta, parece acontecer claramente antes do primeiro filme, tanto pelas personalidades dos personagens, que parecem menos experientes até a realidade onde a série é passada, que parece bem menos tecnológica. Após esses capítulos introdutórios, uma história mais concreta começa a se formar, uma história um pouco complexa, um 'inimigo' aparece e muitos capítulos ficam em torno dessa história, que envolve um dos principais personagens com bastante ênfase, principalmente às suas fragilidades, e características próprias. Intercalando com essa linha principal, outros capítulos soltos são mostrados, oscilando bastante a aventura. Os capítulos finais explicam mais a fundo a história e até tenta mostrar que no fim tudo está interligado, até mesmo as histórias dos capítulos soltos, mas de uma forma muito superficial, enquanto há um drama com vingança envolvido, muita coisa parece estar ali pra encher linguiça, até mesmo ações dos personagens parecem não ter ligação com nada. O fim é bem mais interessante, uma ideia bem complexa é formada, e todos os principais personagens tem sua importância, mas aqui parece focar até mesmo em um dos principais, dando um sentimento estranho de metade da série estar mais contando a vida e experiência dele do que toda uma seção. No geral, uma série que parece não ter quase nenhuma ligação com os filmes, uma história que demora a iniciar e tenta caminhar sem fugir muito dos outros casos comuns, essa mistura não empolga demais, fazendo com que menos da metade dos capítulos sejam realmente interessantes.

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sábado, 8 de abril de 2017

Um excelente filme que mistura um drama muito imersivo com muita tensão e um pouco de terroso, mas o melhor do filme com certeza é a atuação do protagonista... assistindo Fragmentado em Cine Market Place Cinemark.



Hoje dia de escrever sobre um dos melhores filmes do ano, um filme que me parecia apenas interessante, mas que surpreende bastante, tanto pela continuidade da história, quanto pela magnífica interpretação do protagonista. O início do filme parece até muito simples, não há nenhuma enrolação pra mostrar um pano de fundo simples e que funciona bem, tanto pra mostrar o protagonista, quanto as coadjuvantes, não há uma profundidade exagerada pra não estragar a continuidade, nem deixar a situação muito confusa. Com o passar do filme o foco se divide em 2, o drama principal é tocado de forma mais complexa e intensa, há diversas situações pra mostrar como o protagonista realmente é e aqui mostra o melhor do filme, um show de interpretação, que é muito bem, há muitos papéis dentro do mesmo personagem, sem fazer o filme se perder nem um minuto. Todos os personagens são bem caracterizados e roteirizados, ao ponto de em segundos as personalidades mudarem sem deixar o espectador se perder nas situações, até mesmo as coadjuvantes são muito bem inseridas nas situações, dando uma imersão realmente bem agradável. O segundo foco do filme é um tanto surpreendente, um clima mais investigativo para desvendar tudo sobre o protagonista sem fugir do drama principal, um modo bem inteligente de solucionar o filme sem fugir da realidade, sem colocar muitos elementos no filme e sem desprender a linha principal do filme. No filme não á muitos efeitos especiais, nem um grande número de personagens, nem muitos locais, é um filme bem simples, focado na atuação e roteiro, e essa fórmula dá muito certo, a qualidade está em focar tudo no que é necessário. O final do filme consegue manter o clima que o filme mostrou o tempo inteiro, ao mesmo que mostra algo simples, surpreende bem ao não inventar nada exagerado, mostrando até nesse momento, que o roteiro é bem construído e a interpretação é muito bem feita. No geral, um excelente filme, com uma mistura de roteiro, continuidade e interpretação muito bem elaborada e produzida, o drama é intenso e imersivo praticamente o tempo inteiro, fazendo com que o espectador fique bem preso e queira saber qual o próximo passo de tudo.

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sábado, 1 de abril de 2017

Um filme que não segue em praticamente nada a história do anime, mesmo assim consegue ter uma história americanizada bem consistente e interessante, com muitas referências ao anime... assistindo A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell em Cine Market Place Cinemark.



Hoje dia de escrever sobre um filme com certas expectativas, que se concretizaram, tanto principalmente pro lado que mais preocupava, que era americanizar um anime bem cult. O início do filme já mostra que muita coisa vai ser modificada e diferente, muito do que o anime mostrou, aqui é recontado, dentro de uma outra história, principalmente pra personagem principal, mas o filme se mostra bem consistente, realmente desde o começo, o ponto que é mais pra se desprender do anime é com certeza a história, mas que não deixa fugir nunca das referências do anime, logo na primeira cena de ação é bem claro que os elementos do anime estão ali, tanto do primeiro quanto do segundo filme, além de novos elementos pertencentes do filme, uma mistura que poderia ser bem confusa, mas a história não tenta inventar demais, então tudo tem que ter um ponto de vista bem diferente do anime, focado na história do filme. A história é o ponto mais polêmico, o filme é muito simples, uma história um tanto pobre e sem muitas reviravoltas, porém é um tanto consistente, não há muitos fatores que fogem da linha principal, não há muito o que se perguntar como as coisas aconteceram, tudo se abre e se fecha sem deixar mistérios no ar, isso agrada pro filme, uma americanizada bem feita, mas que foge totalmente do anime e o que tornou ele um tanto reverenciado, o novo roteiro troca muito facilmente uma discussão complexa e poética sobre a cibernetização por uma aventura simples e um pouco dramática. Os efeitos especiais são muito bons, as cidades são bem coloridas e cheias de efeitos, os personagens mostram bem seus lados cibernéticos sem exageros, assim como no anime, a cibernetização quer mostrar homens e máquinas muto próximos. A interpretação também tem suas polêmicas, como a história foi muito transformada, alguns personagens (incluindo a protagonista) tiveram suas personalidades um tanto modificadas, saindo do tom poético do comparativo homem-máquina, pra resolver a aventura do filme, fazendo com que os atores parecessem menos robóticos, dificultando associar o personagem a atuação. Uma das coisas mais interessantes do filme é o número de referências, há realmente um número bem impressionante de pequenos momentos que remetem ao anime, que não influencia na história na maioria das vezes, mostrando um cuidado pra não misturar demais as coisas achando que o filme iria seguir fielmente o anime. O fim do filme é como todo o resto, a história se fecha dentro de uma cena do anime, sem deixar que ambas as histórias se misturem demais, sem surpreender demais, mas sem deixar pontas abertas ou que mostre algo misterioso de última hora. No geral, um filme que americanizou bem um anime bem cult, mostrando uma história nova, simples, firme e consistente, dentro de uma produção que cuidou muito dos detalhes, resultando em algo que não deve ser comparado e sim como uma recontagem bem mais simples e com outro foco.

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sábado, 25 de março de 2017

Uma continuação que tenta manter o ritmo do original, mas o excesso de situações poéticas faz o filme se perder um pouco... assistindo Ghost in the Shell 2: Innocence



Hoje dia de curtir a continuação de um filme muito bom, que tenta se manter bastante filosófico, mas parece que já um certo exagero na filosofia e na complexidade do roteiro, o que acaba não deixando o filme no mesmo nível do primeiro. O início do filme já mostra, mais uma vez, do que se trata o filme, um mistério com androides, mortes e uma investigação cheia de atitudes enigmáticas confrontando homens e máquinas. O filme se divide em várias pequenas realidades. Há a investigação principal do filme que é levemente interessante, tudo parece poetizar demais, querendo mostrar alguma 'lição de moral' entre a existência humana e a dos ciborgues, com um excesso de frases que vão de Descartes à Buddha, o que chega a ser meio complicado de entender o que realmente está acontecendo, o mistério mesmo de achar culpados e vilões acaba ficando muito em segundo plano, ao ponto de parecer até inútil pra história. Além disso há as realidades dos dois principais protagonistas, cada um vive com seus problemas que acabam também entrando no monte de frases que se misturam à investigação, mesmo fora da investigação cada um tem seus dramas pessoais, que também são ambientalizados de forma mais poética, e até o relacionamento entre os 2 fica sendo explicitados assim. Fora essas 4 situações, o filme ainda lembra que os personagens são de uma seção especial de investigação, que também tem seus problemas no geral, sorte que nesse filme, isso não se alonga demais, fazendo com que seja algo apenas à se lembrar. O grande inimigo também sofre um pouco pelo excesso poético, por vezes não há uma identificação concreta do que ele quer realizar, e em outros momentos ele parece querer mais entrar na onda de ligação moral entre androides e humanos, nem parece tanto um vilão aterrorizador como mostrado no início ou fim do filme. O fim do filme até mostra algo sem muita enrolação, é necessário desmascarar o inimigo e ponto, destoando do que o filme foi de mostrar algo mais simples. No geral, um continuação que tenta dar continuidade ao original, mas acaba pecando pelo excessos, enquanto o original era mais equilibrado e menos poético, aqui tudo fica muito intenso e exagerado, deixando o filme, por vezes, confuso demais, mas que ainda vale pela curiosidade incluindo o final.

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sexta-feira, 24 de março de 2017

Um filme fraco em quase todos os sentidos, nem mesmo faz lembrar muito da série dos anos 90, restou apenas rir de bobagens diversas... assistindo Power Rangers em Cinemark.



Hoje dia de curtir um filme, até que um pouco esperado, por ser algo bem inesperado, com bons trailers, e que parecia ser um bom reboot pra tudo, mas que realmente decepcionou de tal forma, que até agora não sei muito bem o que escrever sobre esse filme. A introdução do filme conta o necessário, um background simples e até um pouco surpreendente, rápido, mas que agrada pra não ficar uma história no vazio. Mas fora isso, aqui já mostra algo catastrófico, a atuação é bem ruim, chegou a realmente incomodar com um certo amadorismo de mostrar a situação, e inexplicavelmente tudo pareceu feio e bobo demais, fora a leve surpresa, o resto pareceu simples, parecia que realmente estava de volta aos anos 90, mas com algo com mais firula pra dar um clima. Depois os protagonistas são 'apresentados', e realmente a superficialidade se mantém, essa apresentação é fraca e provém de algumas situações absurdas, parecendo até desenho animado, mesmo após a descoberta dos poderes, o filme não mostra se é feito pra criança, adolescente ou pros antigos fãs, parece que quiseram criar algo novo, mas saiu uma coisa bem sem sentido e muito fraco. Após a aparição da grande vilã e tudo que tenta colocar os heróis dentro do perigo principal do filme, o filme tenta dramatizar, tenta colocar um pouco mais de imersão e aprofundar um pouco a história dos personagens, mas tudo fica por ali mesmo, nada parece empolgar pra dizer que os protagonistas são pessoas mais normais, o que deveria servir de ânimo parece mais estar ali pra encher linguiça. A vilã também não ajuda muito, há muita liberdade pra ela fazer o que bem entender, até mesmo a lógica utilizada para seus poderes é muito fraca e deu muito a impressão que seus atos poderiam ser adiantados sem nenhum problema, parecia realmente que estava vendo uma série dos anos 90. O final do filme a pancadaria tenta cair solta, mas nem isso o filme consegue ser bom, lutas mal coreografadas, e simples segue pra briga dos zords, que parece nem ser muito uma briga, parece mais uma cópia de Transformers muito mal feita. A única coisa que o filme consegue fazer de bom, é fazer rir bobamente das piadas incessantes que o filme empurra a todo momento, até mesmo em situações completamente desnecessárias, cortando cenas de ação ou drama. No geral, um filme realmente muito decepcionante, praticamente não há nenhum fator que se possa elogiar, tudo parece muito amador ou simplesmente mal feito, não lembra em quase nada a série dos anos 90, nem mesmo a tão famosa trilha sonora é tocada por muito tempo, o que restou foi rir bobamente de algumas coisas, que parecia mais um filme da Sessão da Tarde.

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quarta-feira, 22 de março de 2017

Um filme que mostra um lado do mundo dos negócios de uma forma realista e de certa forma cruel, pena que o exagero de atenção chega a atrapalhar até a continuidade do filme... assistindo Fome de Poder em Cinemark Shopping Cidade São Paulo.



Hoje dia de escrever sobre um filme que tem uma história bem interessante, bem voltado ao empreendedorismo, mostrado de uma forma bem real e sem rodeios, basicamente a verdade nua e crua e que doa a quem doer. O começo do filme mostra bastante como o filme vai acontecer, mostra a grande luta e perseverança do protagonista em ver oportunidades e querer crescer com isso, com um ego um tanto inflado e cheio de pré-conceitos, tudo parece caminhar para uma história bonitinha de como vencer na vida, mas em pouco tempo o filme se mostra bem real, não há conto de fadas, a vida não é boa, nem fácil, nem simples, nem inocente, o mundo é dos espertos, a lei do mais forte se mostra com vontade e é a aí a grande sacada do filme. O filme todo tenta mostrar dois lados do mesmo empreendimento, um lado mais conservador e clássico, onde a simplicidade e a inocência se mostram lado a lado com a grande fome do empreendedorismo em dar certo, a grande fome de querer gerar receita e lucro a qualquer custo, a grande fome do capitalismo de crescer e vencer de qualquer forma, e como o filme é do gigante McDonald's, o filme não esconde que as coisas não são nada boazinhas. Fora da história o filme basicamente é do Michael Keaton, é quase um filme solo, há uma dúzia de coadjuvantes, alguns até muito importantes pra história, mas o foco é quase todo no protagonista, e aqui mora a maior falha do filme, a grande maioria dos atos que fogem um pouco da linha principal da história são bem superficiais, são pouco detalhadas, e em alguns momentos, são completamente desnecessários, mesmo tendo a boa intenção de mostrar que a vida do protagonista foge do empreendedorismo, tudo é bem fraco fora desse ponto. A continuidade do filme também tem algumas falhas, algumas passagens parecem acontecer da água pro vinho e ficam um pouco sem explicação, até em passagens um tanto importante, o filme dá um certo pulo e já mostra que o personagem se deu bem, isso incomoda em certos pontos. De resto o filme não tem muito o que mostrar, cenários são simples e maioria das passagens mostram cidades pequenas e ambientes sem muitos detalhes, tudo é muito voltado ao protagonista, não dando muito espaço pra outros pontos de produção. No geral, um filme interessante pela história, que mostra tudo de uma forma que chega a ser um tanto cruel, mas que diz bem claro que o mundo dos negócios funcionam dessa forma, sem fantasia, numa atuação muito boa do ator principal, mas que de resto dá umas boas escorregadas, principalmente na continuidade do filme.

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quinta-feira, 16 de março de 2017

Um filme muito filosófico e misterioso, que mostra o que nosso futuro pode ser, sem deixar de contar uma história um tanto empolgante... assistindo Ghost in the Shell



Hoje dia de assistir um dos animes mais cult e clássicos que existem, um longa bem filosófico e interessante, que joga mistérios e dúvidas tanto na realidade mostrada quanto no cenário específico onde o filme acontece. O início do filme já mostra como é o andamento do anime, um mistério em torno de uma investigação complicada, um futuro cibernético bem complicado de entender, e personagens com personalidades bem fortes, e também um tanto misteriosas. A situação também se mostra bem violenta, algo que não interfere no todo, cenas assim não são tão comuns durante o longa, e isso faz bem ao filme, não tira a atenção das principais características do filme, que chegam até a deixar o espectador um pouco confuso. A linha principal do filme conta como um criminoso perigoso poderia arruinar bastante coisa da realidade cibernética, algo até um tanto simples e comum, mas ao mesmo tempo é feito de forma um tanto misteriosa, até mesmo os personagens do longa sentem que há algo um tanto errado. Apesar de tudo, não é o tempo inteiro que se foca nessa linha, os personagens aparentam incômodos diversos, dúvidas, problemas de relacionamento e tudo mais, mas não de uma forma explícita, é muito fácil perceber nas cenas que os próprios personagens não querem demonstrar fraquezas ou limitações, acredito que pelo fato principalmente de serem policiais. Algumas reviravoltas são bem interessantes, outras são muito sutis e podem passar em branco, há muitos fatos de pouca duração que podem ser interpretados de muitas formas, em outros momentos diálogos são um tanto enigmáticos, que mesmo após o fim do longa, parecem não fazer muito sentido. A qualidade da animação parece um tanto estranha, às vezes, mesmo feito 20 anos atrás, alguns olhares parecem perdidos mesmo que o anime justifique parcialmente na sua própria continuidade. O final não é muito diferente do início, o ciclo da linha principal se fecha, mas sem fechar o universo onde é apresentado, ao mesmo tempo que pode apresentar uma certa emoção, deixa todo o mistério que percorre o filme no ar, deixando uma brecha fácil pra uma continuação. No geral, um filme um tanto poético e interessante, que intercala com cenas de ação num cenário investigativo e de mistério, numa realidade que pode ser até cruel ou salvadora, mas que nunca deixou de ser um pouco humano também.

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segunda-feira, 13 de março de 2017

Um filme muito vazio em vários aspectos, que chega a ter problemas bem ruins em vários pontos, mas a porradaria até pode ser legal... assistindo Kong: A Ilha da Caveira em Cine Market Place Cinemark.



Hoje dia de escrever sobre um filme um tanto vazio, sem nenhuma empolgação, sem nada que interesse demais, um passatempo simplesmente pra passar o tempo. A introdução do filme parece bem interessante, um acidente, rixas e Kong, algo simples que não se faz pensar muito apenas mostrar o que tem no filme. Depois a linha principal da história começa, uma situação um pouco estranha do filme introduz os personagens principal, com um monte de coadjuvante que explicitamente são bem descartáveis, tudo pra ir visitar a Ilha da Caveira, que parece algo bem misterioso, mas ao mesmo tempo parece não ter sido visitada antes porque ninguém quis mesmo, pareceu uma questão muito frágil. E esse é o maior problema do filme, toda história, continuidade e atividade dos personagens parece muito frágil, pode acontecer de tudo à qualquer momento, de qualquer forma, os perigos parecem até ilógicos em alguns momentos, em outros tudo parece mudar da água pro vinho simplesmente porque é necessário dar mais ação ao filme, fora motivos inexplicáveis pra algumas coisas acontecerem, isso porque repentinamente parecem ter um arsenal incrível de munição infinita durante toda aventura, nada no filme parece dar uma real imersão de perigo, parece mais uma aventura onde metade do elenco tem que morrer porque formal mal apresentado e não teve nenhum tipo de identificação para o público, mesmo os protagonistas, morrendo ou não, parecem muito frios ou calculistas, os poucos personagens que ainda se mostram com uma história mais profunda não salvam em nada o filme. Na questão de efeitos e ação,é até interessante na parte da luta de monstros, até é bem feita tecnicamente, mas são lutas um pouco sem uma justificativa clara, mas serve bem propósito do filme. Os efeitos especiais só ficam mesmo nas lutas, a as cenas mais isoladas, é bem perceptível o quanto a produção é mal feita, parece que gastaram toda tecnologia nas lutas e esqueceram um pouco do resto, realmente nem aqui dá pra perdoar. O fim do filme é claro e óbvio, lutas, cenas de ação, dramas bobinhos, mortes e... mostrar que existe história fora da ilha, mas infelizmente só mostra pra 1 personagem, mesmo sobrevivendo vários... muito simples mesmo pra uma história sem muito conteúdo. No geral, um filme fraco em quase todos os quesitos, um filme muito voltado a monstros gigantes e suas lutas, personagens e história um tanto vazios, e efeitos que parecem só ter sido feitos para os gigantes, um filme que poderia ter muito a mostrar e mostrou muito pouco.

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