domingo, 23 de outubro de 2016

Um filme que tem uma história muito boa pro protagonista... mas horrível pro resto do filme... assitindo O Contador em Roxy 4 Patio Iporanga.



Sinopse: Desde criança, Christian Wolff (Ben Affleck) sofre com ruídos altos e problemas de sensibilidade, devido ao autismo. Apesar da oferta de ir para uma clínica voltada para crianças especiais, seu pai insiste que ele permaneça morando em casa, de forma a se habituar com o mundo que o rodeia. Ao crescer, Christian se torna um contador extremamente dedicado, graças à facilidade que tem com números, mas antissocial. A partir de um escritório de contabilidade, instalado em uma pequena cidade, ele passa a trabalhar para algumas das mais perigosas organizações criminosas do mundo. Ao ser contratado para vistoriar os livros contábeis da Living Robotics, criada e gerenciada por Lamar Blackburn (John Lithgow), Wolff logo descobre uma fraude de dezenas de milhões de dólares, o que coloca em risco sua vida e da colega de trabalho Dana Cummings (Anna Kendrick).

Opinião: Hoje dia de curtir um filme que agradou muito pelo pelo personagem protagonista, que tem um ótimo background e características bem curiosas, mas que acaba pecando pelas repentinas mudanças na história que fazem a continuidade ir pra situações que mal parecem pertencer ao filme e ao personagem. A introdução do filme mostra um ambiente complicado, mas não pra dar uma dramaticidade exagerada ou forte tensão, o filme tem um background que é bem interessante, e quer passar isso de forma um tanto sutil, é interessante, simples, numa sequência de cenas até rápida, o que é de se estranhar inicialmente. À partir de então o filme mostra o protagonista em uma série de situações bem interessantes, inteligentes, dramáticas e bem boladas. Seu trabalho, manias, personalidade, interações, tudo é mostrado pra encaixar de alguma forma bem sacada com a introdução do filme, que tem vários flashbacks encaixados, de forma à explicar até que bem quem é o personagem. Ao mesmo tempo há uma outra história em paralelo, que considerei bem fraca. Inicialmente uma situação sem pé nem cabeça pra encaixar outros personagens na história, além de tentar encaixar o protagonista numa determinada situação bastante irreal, parece que o roteiro acabou rumando à dar uma aventura pra vida do protagonista, mas de uma forma bem exagerada. Ambas as histórias teriam de se encaixar, e com isso algumas reviravoltas acabaram aparecendo, maioria delas acabam sendo previsíveis demais, e com algumas desculpas que não colaram de jeito nenhum, os últimos 30 minutos de filme, tudo acaba tendo que se integrar, e a parte aventura acabou tomando todo o espaço do filme, fazendo com que o protagonista parecesse outro personagem, que mal tem a ver com o que foi mostrado até ali, mais parece que era um filme de ação no estilo 'exército de um homem só' do que qualquer outra coisa, poderiam colocar o Chuck Norris ali que não faria a menor diferença. O fim ainda deixou uma série de questões em aberto, principalmente nos fatores que integram ambas as histórias, tudo parece ficar muito sem sentido no fim, pra praticamente todos os personagens. No geral, um filme que tem em seu background uma história muito boa, com assuntos muito interessantes, mostrados de forma real, mas ao mesmo tempo sutil, e que o filme acaba direcionando pra uma história bem ruim, que torna o filme bastante sem sentido, finalizando de uma forma completamente sem noção.

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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Um filme que não é pra crinaças e mal é pra adultos, de tanta zuera que tem... assistindo Festa da Salsicha em Cine Roxy - Shopping Brisamar.



Hoje dia de curtir um filme muito legal, divertido, uma animação bem interessante... mas com um pequeno detalhe que faz o filme ser bem impactante, o filme é cheio de palavrões, pornografias, tudo tem duplo sentido... não é um filme para crianças, e mal é pra adultos, é um filme pra começar a assistir e gritar É HORA DO SHOW, PORRA!!! O início do filme parece algo bonitinho e fofinho, alimentos que tem uma vida que ninguém consegue ver e acham que ir pra casa dos clientes é o paraíso, mas em 5 minutos de filme, essa fofura acaba, tudo vira uma mistura de putaria, palavrões no nível Feira da Fruta, e tudo de errado pra humanidade, algo pior que South Park, acontece. A história do filme, logicamente, é algo completamente sem sentido, mas isso não importa, quer dizer, nada nesse filme realmente importa, a diversão é na base de palavrões, putarias e violência seguidas. Apesar de ter um drama e uma aventura envolvida, nada parece acontecer pra dar profundidade ao filme, tudo gira em torno de uma história de como os alimentos são tratados sobre os humanos, e como seria uma hipotética vida imaginária dos alimentos querendo ir pra casa do humanos, mas realmente tem uma diversidade de furos sem sentidos, e no fim essa linha principal não serve pra segurar o espectador. O sentimento é mais interessante no caso de assistir mais pela zuera mesmo, querer ver mortes, palavrões, putaria, homossexualismo, preconceito e tudo mais, realmente tudo é mostrado de uma forma complemente sem pudor, mesmo na dublagem, parece que tudo está lá de uma forma escrachada e maluca. O fim do filme ainda consegue surpreender nesse sentido, o filme apela pra diversas cenas seguidas que são, de uma certa forma, inimagináveis e inesperadas, com certeza foi uma forma de fechar com chave de ouro, essa obra prima da zuera, um filme que considero que supera todas as animações pesadas que já foram mostradas no cinema. No geral, um filme que vale muito pela zuera, que apela pra uma centena de coisas pesadas que não se vê todos os dias, nem nos desenhos mais famosos como South Park, algo tão pesado é visto, mas fora isso, nada parece ter muita graça, desde uma qualidade não tão boa na animação, quanto na história e na continuidade, que praticamente não servem pra nada.

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sábado, 24 de setembro de 2016

Um filme empolgante e bastante agradável, onde a história não importa muito e sim a atuação dos protagonistas... assistindo Sete Homens e Um Destino em Roxy 4 Patio Iporanga.



Sinopse: Refilmagem do clássico faroeste Sete Homens e um Destino (1960), que por sua vez é um remake de Os Sete Samurais, de Akira Kurosawa. Os habitantes de um pequeno vilarejo sofrem com os constantes ataques de um bando de pistoleiros. Revoltada com os saques, Emma Cullen (Haley Bennett) deseja justiça e pede auxílio ao pistoleiro Sam Chisolm (Denzel Washington), que reúne um grupo especialistas para contra-atacar os bandidos.

Opinião: Hoje dia de curtir um filme que quando fui saber criei boas expectativas, um bom elenco, um estilo de filme nos últimos anos tenta resgatar o grande sucesso do passado, e aqui mostra-se bastante agradável e empolgante. O início do filme mostra uma situação clássica, um tanto dramática, violenta e sem muita enrolação, não um forte background ou uma história pra explicar nada. A cena simples serve basicamente de pano de fundo pros acontecimentos, tudo é bem superficial e o que realmente importa e como vão resolver a situação indiferente se as coisas vão fazer muito sentido. A primeira metade do filme apresenta todos os personagens e como eles se juntam, tudo é meio engraçado, impactante, um pouco violento, mas o melhor é ver a personalidade de cada protagonista, que não precisa de muitas apresentação, uma ou duas cenas com cada um já mostra de forma bem forte como cada personagem realmente é, e isso empolga bastante no decorrer do filme, essas personalidades são bem interpretadas durante todo o filme, mostrando que o elenco realmente é uma das melhores partes do filme. A segunda metade do filme é a aventura em si, todos se reúnem para resolver o grande dilema do filme, e o filme se torna mais interessante ainda, como se trata de uma aventura, que de certa forma empolga bastante, não há muitas cenas dramáticas ou feitas pra resolver algum conflito, são cenas mais engraçadas, que envolvem ainda mais os protagonistas na aventura, no sentido de amizade, e que estão ali pra resolver tudo, tudo que um bom filme clássico de aventura tem de bom. Ás cenas de ação são feitas no clássico estilo faroeste, sem tirar nem por, algumas cenas parecem ser estranhamente mal interpretadas por coadjuvantes que parecem ter sido inspiradas até demais nos anos 60. Os tiroteios não deixam a boa sensação de ação de lado, mostram um certo aspecto de violência, sem ser sanguinário (não é um filme do Quentin Tarantino!), e também são fortemente inspirada nos anos 60, em alguns momentos parece haver mortes até mesmo sem tiro hahahaha. O desfecho do filme não foge muito do esperado, praticamente meia hora de boas cenas de faroeste, com algumas ideias sendo bem aplicadas, tornando algumas cenas emotivas e interessantes, e a aventura termina como se inicia, não muito com o que se importar com o antes ou o depois, o filme se importa com aquela aventura, com aquele cenário e ponto. No geral, um filme bastante empolgante, que tem ótimas interpretações, que tem boas piadas, e as cenas emotivas se concentram mais na história, que é simples até demais, do que na continuidade, é um faroeste clássico muito bem feito e que vale muito a pena assistir.

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domingo, 18 de setembro de 2016

Um filme um pouco confuso desanimador e meio chato inicialmente, porém o fim é muito bem feito e cheio de emoções... assistindo Conexão Escobar em Roxy 4 Patio Iporanga.

Sinopse: Flórida, 1985. Robert Mazur (Bryan Cranston) é um oficial da alfândega que recebe a missão de trabalhar infiltrado, com o objetivo de eliminar um cartel de drogas cuja origem está em Pablo Escobar, chefe do tráfico em Medellín. Para tanto ele recebe a ajuda de Emir Abreu (John Leguizamo), seu colega de trabalho, e se apresenta como alguém capaz de lavar o dinheiro gerado pelas drogas nos Estados Unidos. Usando o pseudônimo Robert Musella, ele aos poucos ascende na hierarquia do tráfico, contando ainda com a ajuda da agente Kathy Ertz (Diane Kruger), que se faz passar por sua noiva.

Opinião: Hoje dia de ver um filme com uma expectativa melhor que ontem, e até que mandou bem, apesar de ser bem diferente do imaginado. O início do filme parece querer fazer introdução bastante forte à história do filme, porém tudo parece ser um tanto complexo demais, relacionamento entre personagens, vida pessoa do protagonista, FBI, bandidos, traficantes, tudo misturado, e isso parece difícil de explicar direito, cenas são mudadas e mostradas de formas estranhas e que às vezes não ter uma ligação muito boa, parecendo que o filme não tem uma continuidade muito boa, apesar disso não é um filme que passa rápido, apesar de mostrar muita coisa, parece que passa uma hora de filme em apenas 20 minutos, essa sensação é estranhamente boa, se em 20 minutos explicam bastante coisa, imagina em 2 horas? Com o tempo a sensação de falta de continuidade diminui bastante, o filme foca mais no que realmente importa, personagens chave começam a ganhar mais destaque até que tudo praticamente se fecha em poucos relacionamentos em torno do personagem. Esse formato é muito estranho inicialmente, depois de um tempo nota-se que muitas explicações são praticamente desnecessárias pro que realmente importa, mas não deixa o filme sem um pano de fundo, ao mesmo tempo que parece ser sem sentido inicialmente, depois de um tempo parece que isso que dá uma boa profundidade e imersão ao filme. No roteiro central do filme, tudo empolga, o protagonista tem todo tipo de situação à enfrentar, alguns coadjuvantes também encaram mudanças bem fortes, e essa imersão agrada bem, como se trata de um roteiro baseado em fatos reais, tudo dá bastante emoção ao todo. A meia hora final do filme agrada bastante, desfechos de situações são bem mostradas, e com tudo muito ligado, muitos e muitos personagens que são ligados ao protagonista tem seu desfecho em um cenário digno de filme, apesar de ter acontecido de verdade. No geral, um filme que tem seu início um pouco lento e até chato, mas que como decorrer do filme tudo parece ir se conectando e mostrando um drama cada vez mais tenso e emocionante, o desfecho do filme empolga bastante, mostrando situações inteligente, emotiva e dramática ao mesmo tempo, digno final de um excelente filme, apesar de como um todo não ser tão excelente assim.

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Um filme horrível, que mal consegue copiar seu predecessor... assistindo Bruxa de Blair em Cine Roxy.

Sinopse: Um grupo de estudantes de Milwaukee, durante uma viagem para acampar em uma das florestas da região, decide penetrar ainda mais no coração das árvores do que o previsto e acaba descobrindo que a floresta esconde seres perigosos.

Opinião: Hoje dia de assistir mais um filme de terror, ou quase isso, ou melhor, que se propõe a isso, mas é tão desastroso que realmente decepciona bastante. O início do filme é bem superficial, de alguma forma querendo ligar seu predecessor de uma forma direta, mas só consegue ser muito falso e previsível, dando uma ideia de terror no início, mas que logo se perde e não faz mais nenhum sentido no decorrer do filme. As ideias do predecessor parecem ser reutilizadas, mas de uma forma sem inovação ou que faça algum sentido, uma super exposição da história é abafada repentinamente, fazendo parecer que apenas os personagens do filme conhecessem, fazendo com que a ideia do filme de continuação começasse a se perder sozinha. A inserção dos cenários é interessante e tenta criar de alguma forma o terror psicológico, mas em praticamente nenhum momento esse terror realmente se concretiza, dando a entender que o filme não consegue cumprir bem seu objetivo de ser um filme de terror. Maioria dos sustos são apenas resultados de jogos de câmera, dão uma boa imersão à tudo o que acontece, essa é a única coisa que realmente mantém o bom clima pra assistir o filme, uma fórmula que já é bem reutilizada e que também já ficou cansativa, mas aqui ainda mantém o bom clima de suspense. Aqui ainda mora outro problema, toda filmagem tenta ser inserida como uma filmagem no estilo antigo, com filmadoras de fitas, mesmo que tudo no filme mostre que a tecnologia de última geração está bem presente. O filme não tem uma longa duração, são apenas 90 minutos, que ainda tem cenas bem desnecessárias, nojentas e que não fazem nenhum tipo de ligação com o roteiro, e que também não tem nenhuma ligação com a conclusão. Em vários momentos parece que há repetições desnecessárias de imagens para ludibriar o espectador, mas no fim faz mais parecer uma enrolação pro filme ficar mais longo, com certeza com 1 hora de filme poderia ser o suficiente pra mostrar tudo o que o filme tem de importante, se é que dá pra chamar algo no filme de importante. No geral, um filme que tem uma proposta de terror com suspense, ser melhor que seu predecessor, mas que no fim não consegue cumprir nem pra ser um filme de terror básico, o que o filme acaba mostrando é uma repetição de tudo o que já foi visto em algum outro lugar de forma previsível e desanimadora.

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domingo, 11 de setembro de 2016

Uma boa atuação, acompanhada por um roteiro fraco e que não leva a lugar nenhum... assistindo Herança de Sangue em Roxy 4 Patio Iporanga.

Sinopse: John Link (Mel Gibson) vive em meio ao deserto na Califórnia onde seu trailer também serve como estúdio de tatuagem. Vivendo longe de drogas e violência, ele tem seu cotidiano afetado com a chegada de sua filha desaparecida que está jurada de morte por traficantes. Ele fará de tudo para protegê-la.

Opinião: Hoje dia de curtir mais um filme com um bom ator e que até semana passada nem sabia que existia, um roteiro bem baciado, mas se o ator é bom, o filme tem uma boa chance de ser. O filme começa de uma forma um tanto interessante, mostrando uma realidade bem precária pro coadjuvante, e que parece não ter nada a ver com o filme em si, porém rapidamente o filme muda de cenário mostrando o outro lado da história do filme, muita ação, um drama interessante, e uma situação que logo coloca o protagonista no olho do furacão, realmente tudo que poderia dar ao filme uma boa dose de ação junto com um drama, que não é tão original, mas tava valendo. Mas a continuidade do filme não é dessa forma, toda a ação é trocado pelo drama, que não consegue ser muito concreto, atitudes fortes e leves, mas que não conseguem manter uma tendência, além do drama parecer não ir pra lugar nenhum, em partes parece querer unir os personagens, mas realmente não prende e não emotiva. A parte de ação parece estar ali pra quebrar os momentos de drama, que no momento que parecem ficar cansativas ou sem sentido, acabam entrando bem pra mostrar que o filme tem ação e tem algo bem sério acontecendo. Algumas reviravoltas são interessantes, o protagonista acaba tendo que sair de situações um pouco complicadas, mas quase sempre parece ser muito fácil e simples, parece sempre haver uma saída que funciona simples demais. Mais pro fim do filme o roteiro encaminha meio do nada pra algo final que também não parece ser muito real, mas que realmente dá mais sentido pro drama do que pra ação em si, o que faz o filme terminar em algo mais voltado pra uma lição de moral do que pro fim da história. No geral, um filme que tem um bom ator, que atua bem, mas o roteiro não parece ter ligações boas pra dar uma boa continuidade ao filme, as cenas de ação parecem não pertencer bem à história e o drama como um todo parece não ter muito sentido nem para o protagonista, nem pra encrenca que ele se mete.

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sábado, 10 de setembro de 2016

Um filme com uma historia incrivelmente curiosa, mas que a produção a não torna muito empolgante... assistindo Cães de Guerra em Roxy 4 Patio Iporanga.

Sinopse: Dois amigos (Miles Teller e Jonah Hill) levam uma vida tranquila em Miami Beach. Em busca de dinheiro para comprar maconha, descobrem que existe um mercado ilícito em expansão com a venda de armas para o exterior e decidem aproveitar. Com um contrato de 300 milhões de dólares fechados, eles decidem ir para o Afeganistão acompanhar a explosiva transação e ganhar experiência.

Opinião: Hoje dia de curtir um filme interessante... mentira, vi esse filme ontem, mas como só estou tendo vontade de escrever agora, vou fazer de conta que vi hoje. Esse filme parecia ter um roteiro bem interessante, baseado em fatos reais, falando de guerra, tráfico de armas, tudo pra ser algo parecido com uma sátira ao O Senhor das Armas... mas realmente não é bem assim, passou um tanto longe de ser. O início do filme conta a história do protagonista, até com uma certa enrolação, detalhes um tanto desnecessários, arrasta um pouco demais o filme, tornando até algo desinteressante, até chegar a grande mudança na vida dele, que demora uns 30 minutos de filme pra acontecer. Depois outros coadjuvantes aparecem, a história se desenrola, até de uma forma fantástica, é uma daquelas ideias geniais que dão certo e realmente mostra que algumas apostas na vida dão certo fazendo coisas simples. E aqui acontece outro problema, o filme não se passa como se fossem atuações, e sim num sentido de conto, parece que o protagonista está contando uma história e os personagens não estão atuando e somente executando ações, tudo realmente muito mal interpretado, a dupla do protagonista é de certa forma estereótipo do gordo engraçado, muito forçado pras situações, não há como notar que não há nenhuma geniosidade, mesmo o filme tentando mostrar isso, ou razão dele estar ali a não ser fazer graça, apesar de que ele tem uma suma importância na história e no filme. O drama do protagonista é dividido em duas partes, manter o seu casamento e o seu negócio, e aqui mora outro problema, a parte do casamento é super superficial, às vezes pareceram esquecer que tem esse drama no filme, ficam indo e voltando no assunto sem profundidade. Na linha principal da história, que conta basicamente só o negócio de armas, a história é boa e interessante, tudo é contado de uma forma que é um tanto inacreditável, mas real, nada muito fantasioso, é só pensar um pouco que realmente a ideia que se passa o filme é um truque de mestre, algo que realmente poderia dar muito certo e deu, mas não é uma história que empolga, raros foram os momentos de expectativa ou de imersão, parecendo que tudo era muito comum, mesmo não sendo. No geral, um filme que tinha tudo pra ser bem interessante e empolgante, mas que na atuação e no jeito que a história foi contada decepciona bastante, nada empolga em continuar assistindo o filme, a história é muito boa pra saber de algumas verdades, muito curiosa inclusive nos detalhes, mas mal utilizada pra conseguir prender o espectador.

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