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domingo, 10 de fevereiro de 2019
Um filme bem interessante que realmente conta a história de alguém que mudou o mundo, tendo bem claro que tudo o que fazia era o que acreditava que era melhor para si... assistindo Vice
Hoje dia de assistir um filme polêmico, bastante interessante, apesar de tendencioso também, mas que mostra bem que algumas pessoas podem mudar o mundo sem estar na frente dos holofotes todo o tempo. O filme conta como o vice-presidente mais poderoso do mundo, Dick Cheney, consolida e idealiza como ter poderes quase ilimitados em mãos, de uma forma que se acredita ser a melhor coisa a se fazer para seu povo. A história começa desde a faculdade até os dias atuais, com alguns flashbacks de fatos mais presentes para associar a decisões tomadas no passado. Algo bem curioso é mostrar como sua mulher é uma grande influenciadora de sua ambição, deixando claro que inicialmente era fazer dele o que ela não podia, diante uma época que as mulheres eram tratadas com bem menos oportunidades. Todas as posições de Cheney são bem mostradas, assim como o ambiente familiar sempre faz parte de tudo, até a metade do filme tudo parece mais uma biografia. Dos anos 80 em diante, o filme mostra o quanto ser influenciador e conhecer as pessoas certas faz com as coisas funcionem a seu favor. Ideologias agressivas são bem mostradas e tudo caminha facilmente para o que se conhece, muita guerra e muitos negócios por traz. O ápice na parte final do filme é bem explicado, diante a própria constituição americana, que permite um poder quase inimaginável aos seus governantes, e assim deixar o protagonista com o poder que sempre procurou. A pós saída do governo também é mostrada, com o escândalo sobre as guerras e como seus aliados são simplesmente dispensados de tudo. A lição de moral final também se coloca agressiva, deixando claro que o povo americano parece não se importar dos motivos que levam aos fatos, ou até mesmo nem ligar para situações tão importantes como o poder que é dado aos seus governantes. No geral, um filme bem interessante que realmente conta a história de alguém que mudou o mundo, tendo bem claro que tudo o que fazia era o que acreditava que era melhor para si, mesmo tendo a justificativa de ajudar o povo americano, e diante de poderes tão grandioso, mostrou bem que poderes dessa dimensão não devem pertencer a ninguém.
quinta-feira, 25 de outubro de 2018
Um filme que mostra várias aventuras durante o holocausto, cheio de dramas, medos e várias situações que as histórias da guerra não contam... assistindo Os Invisíveis
Hoje dia de assistir um documentário com tons de drama e aventura, em um cenário bem conhecido e aterrador, formando uma mistura de sentimentos entre querer saber um pouco mais sobre a verdade e também saber como todos sobreviveram a tal. O início do filme mostra a mistura principal de fatos, sobreviventes do holocausto que viveram certas aventuras cheias de fatores que misturam inteligência, sorte e vários dramas. São 4 histórias bem separada, mas todas mostram judeus que de certa forma tem que abdicar de suas exposições como tal para sobreviverem. Alguns arranjam serviços ilegais, outros ficam sempre sendo ajudados por amigos, mas no fim todos querem simplesmente sobreviver, ao meio ao caos e ao terror de tudo que os cercam. Tudo sempre é bem dramático, quase sempre eles têm de largar suas famílias, seus amores e viverem aonde der, sempre parecem ter algo para atrapalhar e interromper aquele minuto de calma, mesmo assim o filme deixa bem claro, que algumas passagens ‘durante um tempo, isso foi bom’. O filme mistura imagens do passado para melhor representar onde viviam, isso dá uma boa imersão tanto para a história quanto para o filme em si. O filme também não apela para nenhuma cena exagerada, não há mortes explícitas ou algo que puxe para esse sentido, aqui o terror é implícito, deixando para o drama, o sentimento do pior, e para a imaginação do espectador, entender como ocorriam as mortes no holocausto. Durante um certo tempo o filme também parece um pouco repetitivo, são tantas fugas e fatos, que chega a ser meio óbvio que escapariam de certas situações sem maiores preocupações, para quase 2 horas de filme, pode ser que alguns momentos, mesmo que bem interessantes, sejam sonolentos. O fim do filme também não sai muito disso, apenas mostra o final da guerra, e conta como os protagonistas estão hoje, algo interessante para entender algumas vidas, que pouco parece ser contado pela história. No geral, um filme impactante pelo fato de ser parcialmente um documentário de uma época terrível, que mostra aventuras bem diferentes do que se pode imaginar, cheia de emoções, que vale a pena acompanhar, mesmo que por momentos pareça até ser repetitivo, são fatos que a história poderia dar bem mais valor.
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