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sábado, 4 de agosto de 2018

Um musical que tem um começo fraco, mas que no fim evolui para um ótimo cenário cheio de músicas bem encaixadas e empolgantes... assistindo Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo



Hoje dia de assistir uma continuação de um filme que não lembro de ter assistido, e parece ter sido melhor dessa forma, mas que mesmo assim não traz uma boa experiência todo o tempo, mas acaba sendo uma boa diversão no fim. O começo do filme é um tanto confuso. Há muitas músicas seguidas para mostrar o presente e um drama um pouco fraco, e que não empolga, por ser bem clichê, mas pelo menos já mostra uma boa característica do filme, que ter uma boa lista de músicas. Nos atos seguintes, o filme se divide em presente e passado, algumas situações são muito absurdas e sem o menor sentido, parecendo que é somente para encaixar algumas músicas. Os romances que envolvem bem a protagonista do passado são um tanto superficiais e previsíveis e aqui, a mistura com o presente não cai muito bem, os personagens parecem um pouco desconexo com a história contada. O que também dificulta um pouco a imersão do filme é ter uma protagonista que não empolga na cantoria e na representação de cantora, a empolgação parece exagerada e acaba parecendo bem falso. Mais para o fim do filme, os arcos do romance do passado se fecham no presente e isso traz um ótimo tom de comédia junto, e muita coisa que parecia forçado ficou mais natural. Os atos finais são mais divertidos, mais cheios de coadjuvantes e com isso deixam as situações mais empolgantes, mostrando que o filme poderia aproveitá-los durante o começo do filme de forma bem melhor. O fim é muito do esperado, mas aqui a emoção e as músicas ganham ótimos adicionais, com coadjuvantes que parecem estar ali só praquele momento, e conseguem incrivelmente trazer praticamente tudo o que faltava para o filme ser realmente muito bom, pena que foram por poucos momentos. No geral, um filme que tem um início fraco, um conto do passado muito simples e óbvio, que não empolga e mostra fortemente que a protagonista não caiu bem no papel, mas que nos atos finais mostra para o que o filme veio, tanto nas representações das músicas, roteiros e bons coadjuvantes.

Uma animação que pode faltar de tudo um pouco nas qualidades técnicas, mas um roteiro bem interessante, simples e empolgante, conseguem conquistar o espectador... assistindo Ilha dos Cachorros



Hoje dia de curtir uma animação, que poderia ser japonesa ou americana, mas que na sua continuidade se mostrou muito mais americana, tanto pelo elenco quanto pela condução da história. O início do filme apresenta uma história um tanto fantasiosa, que poderia ser bem interessante, mas a própria condução do primeiro ato, se mostra como uma situação um pouco desconexa com o resto do filme. Logo o filme se coloca no cenário principal da história, de como se forma a Ilha dos Cachorros e qual o sentido de toda a aventura, em um tom dramático, principalmente para os pobres animais. O segundo ato começa de forma um pouco espetacular, uma situação um tanto sem noção coloca o principal humano no meio dos cães e a história evolui com mais dramas, além de mostrar a personalidade dos principais cães e humanos, mostrando muitas vertentes do filme, desde a parte cômica até uma lição de vida. O filme parte para os outros atos de forma mais constante, é uma mistura de aventura, comédia, drama e um roteiro praticamente sem o menor sentido, há simplesmente um ódio implícito explicado no primeiro ato, e uma busca quase incessante de que aquilo venha acontecer associado a outros que querem o oposto. O que deixa o filme com ares de mistério é ver os cães falando em inglês e os humanos em japonês de forma proposital, serve muito para confundir o espectador, e deixar muitos mistérios no ar, mesmo os humanos sabendo falar em inglês, tudo é feito para direcionar a atenção para os cães, numa mistura bem estranha de acompanhar. Com um roteiro e uma produção confusa poderia dizer que o filme é bem ruim, porém isso tudo chega ao ponto de empolgar e tentar acompanhar a louca aventura, querer saber o óbvio e gostar dos cães é um sentimento presente principalmente do meio para o fim do filme, até mesmo sendo um stop motion muito pior do que já visto em outros filmes, a boa imersão com os protagonistas caninos pode salvar o filme para quem conseguir enxergar esse sentimento. O fim do filme segue a mesma tendência geral, nada é surpreendente ou exagerado, tudo parece só dramático e nem empolga para torcer demais para alguém, o sentimento que fica é de ver todos os pobres cãezinhos são e salvos. No geral, um filme que tem muita coisa bagunçada e até malfeita, uma produção que não tem qualidade na animação, um roteiro pobre e uma caracterização confusa para os personagens, mas que mostra que uma confusão louca de fatores e pobreza pode dar certo em muitos pontos, levando o espectador não se importar com a grandeza de efeitos ou roteiro e sim com a simplicidade dos personagens e suas atitudes e destinos.

segunda-feira, 13 de março de 2017

Um filme muito vazio em vários aspectos, que chega a ter problemas bem ruins em vários pontos, mas a porradaria até pode ser legal... assistindo Kong: A Ilha da Caveira em Cine Market Place Cinemark.



Hoje dia de escrever sobre um filme um tanto vazio, sem nenhuma empolgação, sem nada que interesse demais, um passatempo simplesmente pra passar o tempo. A introdução do filme parece bem interessante, um acidente, rixas e Kong, algo simples que não se faz pensar muito apenas mostrar o que tem no filme. Depois a linha principal da história começa, uma situação um pouco estranha do filme introduz os personagens principal, com um monte de coadjuvante que explicitamente são bem descartáveis, tudo pra ir visitar a Ilha da Caveira, que parece algo bem misterioso, mas ao mesmo tempo parece não ter sido visitada antes porque ninguém quis mesmo, pareceu uma questão muito frágil. E esse é o maior problema do filme, toda história, continuidade e atividade dos personagens parece muito frágil, pode acontecer de tudo à qualquer momento, de qualquer forma, os perigos parecem até ilógicos em alguns momentos, em outros tudo parece mudar da água pro vinho simplesmente porque é necessário dar mais ação ao filme, fora motivos inexplicáveis pra algumas coisas acontecerem, isso porque repentinamente parecem ter um arsenal incrível de munição infinita durante toda aventura, nada no filme parece dar uma real imersão de perigo, parece mais uma aventura onde metade do elenco tem que morrer porque formal mal apresentado e não teve nenhum tipo de identificação para o público, mesmo os protagonistas, morrendo ou não, parecem muito frios ou calculistas, os poucos personagens que ainda se mostram com uma história mais profunda não salvam em nada o filme. Na questão de efeitos e ação,é até interessante na parte da luta de monstros, até é bem feita tecnicamente, mas são lutas um pouco sem uma justificativa clara, mas serve bem propósito do filme. Os efeitos especiais só ficam mesmo nas lutas, a as cenas mais isoladas, é bem perceptível o quanto a produção é mal feita, parece que gastaram toda tecnologia nas lutas e esqueceram um pouco do resto, realmente nem aqui dá pra perdoar. O fim do filme é claro e óbvio, lutas, cenas de ação, dramas bobinhos, mortes e... mostrar que existe história fora da ilha, mas infelizmente só mostra pra 1 personagem, mesmo sobrevivendo vários... muito simples mesmo pra uma história sem muito conteúdo. No geral, um filme fraco em quase todos os quesitos, um filme muito voltado a monstros gigantes e suas lutas, personagens e história um tanto vazios, e efeitos que parecem só ter sido feitos para os gigantes, um filme que poderia ter muito a mostrar e mostrou muito pouco.

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